Segunda-feira, 18 de Maio de 2009

O casamento

(Enviado por mail)

 

"Um dia um rapaz perguntou a uma rapariga se queria casar com ele.
A rapariga disse que não

e viveu feliz para sempre...
Sem lavar,
sem cozinhar,
sem passar a ferro
saindo com as amigas,

dormia com quem lhe apetecia,
gastando o seu dinheiro conforme lhe apetecia
sem trabalhar para ninguém.

FIM

...O problema é que de pequeninas, não nos contavam estas histórias...
vinham sempre com a história do príncipe encantado....

Todos os homens dizem refererindo -se a nós - Para que havemos de
comprar a vaca quando podemos ter leite grátis?

Temos de lhes dizer: Sabem porque é que agora 80% das mulheres estão
contra o matrimónio? Porque as mulheres perceberam que não vale a pena
comprar um porco inteiro para ter uma salsicha."

 

Subscrevo!

 

TNT

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Quarta-feira, 28 de Janeiro de 2009

Casamento e outras bestialidades

Esta coisa do casamento homossexual baralha-me um bocadinho. E não é só por ser entre pessoas do mesmo sexo. É mais o próprio casamento que me baralha.

Neste país de brandos costumes não há fim-de-semana que não sejamos acordados pelo som hediondo das buzinas que teimam em festejar o enlace de dois seres. E, para mim, não se põe o problema de ser entre dois homens, duas mulheres, um homem e uma mulher, uma mulher e um grand danois, um homem e um hamster.

O que realmente me perturba é gente que quer casar. E também me aborrece um bocadinho os nossos políticos, a quem pagamos os ordenados, investirem tempo nestas coisas da legislação do casamento homossexual. É que legislar casamentos cheira a naftalina que ferve!
Os homossexuais só querem casar porque não podem! Porque se pudessem - e se soubessem como é - fugiam do número de circo a sete pés. Com plumas e lantejoulas, mas fugiam.

As pessoas querem este assunto debatido e, de repente, os políticos que nunca tinham pensado nisto, são obrigados a fazê-lo. Oh, meus senhores… não se pode fazer tudo o que o povo quer! Até porque o povo não sabe o que quer, na maioria das vezes.

O povo precisa de orientação. O povo precisa de dinheiro. O povo precisa de ópio seja de que forma for. O que o povo não precisa é de casar.
 

TNT

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Quarta-feira, 30 de Maio de 2007

Just Married

Nas minhas viagens diárias para o Estoril no comboio da Linha, atento a um casal novinho de vinte e tal anos. Muito queridos um com o outro, uns olhares de cumplicidade, uma ternura invejável. Confesso que não costumo “comover-me” com estas coisas mas devo dizer que esbocei um sorriso ao verificar que eram casados.

Isto já me move. Ver um par de casados muito ternurentos e com ar de quem se está a ver pela primeira vez. Quase que me faz restaurar a fé na raça humana!

Curiosamente, na volta para Lisboa, torno a vê-los e tornaram a ficar perto de mim. Continuavam com aquele ar de paixão, muito unidos de mãos dadas... De mãos dadas...? De mãos dadas!! É quando verifico, que naquelas mãos dadas, as alianças eram completamente diferentes! Era tudo tanga! Eles afinal eram casados, mas não um o outro!

Fiquei bastante mais descansada... Afinal, eu tenho razão... A raça humana continua na mesma. Sem surpresas. E se durante umas horas andei anestesiada, o universo encarregou-se de me mostrar que o amor é muito mais bonito e cúmplice, se for com outsiders!

Ahah! Já achavam que eu me tinha passado e que agora de repente me tinha dado para o romantismo, confessem...?

TNT
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Quarta-feira, 2 de Maio de 2007

Quem quer casar com a carochinha...?

Após a ausência, perfeitamente justificada pela comemoração do aniversário do Interno Feminino, eis-me de volta à acção aqui no meu blog mais pessoal. E com um assunto que algumas amigas me chamaram a atenção para este facto que é: Porque é que os homens querem sempre casar comigo?

Nas minhas poucas relações mais sérias, ou mais intensas, ou mais duradouras, deparei-me sempre com a mesma questão: o dilema do casamento/ajuntamento/trapinhos juntos, o que fosse...

Ao reflectir sobre esta questão e vendo o desejo que algumas mulheres têm em relação a este partilhar de vidas, percebo porque é que comigo as coisas sempre jogaram ao contrário. Por eu nunca ter demonstrado o menor interesse pelo casório e filhinhos, as criaturas não se sentem ameaçadas na sua liberdade de macho e decidem por isso avançar sem medos. Só disse que sim duas vezes (ao mesmo), mas desisti uns tempinhos antes. Causa-me borbulhas... e como ligo muito à saúde e beleza da minha pele, não podia levar avante a decisão!

O facto de eles terem a certeza que eu não vou avançar, dá-lhes a total liberdade para pedir e tornar a pedir e pedir novamente! É a segurança total... Ou será por despeito? Será que pensam “... hum, mas esta não quer? Porque é que não quer? Não serei eu merecedor? Não descanso enquanto não a deixar aqui caídinha...” E obviamente, cansam-se e cansam-se até desistirem, ou as coisas acabarem naturalmente! Normalmente é esta segunda opção... Até porque depois quem se costuma cansar sou eu!

As conversas sobre o futuro são uma constante, os planos para daqui a não sei quantos meses fazem parte dos monólogos e o sonho de quando formos velhinhos e tal e tal...

O entusiasmo causado pelo início das relações deixa-os saudosistas de um futuro quase impossível. E sei que esta situação não se passa só comigo! Ainda ontem numa conversa, um amigo confidenciava-me o mesmo...

Será que é esta a estratégia a aplicar se queremos mesmo casório? A estratégia dos contrários? Pelos vistos... se funciona para quem não quer, pode ser uma boa opção para quem quer!

Meninos e meninas que querem casar: experimentem dizer que não querem; olhem de lado com ar chocado quando se fala em planos mais ou menos futuros; expliquem que preferem deixar andar e que depois logo se vê; demonstrem a vossa dificuldade em se comprometerem... sei lá!

Mais do que isto, só se vos comprar as alianças!

TNT
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Domingo, 8 de Abril de 2007

É só uma questão de tempo...

(Exercício de Escrita)

Tudo cheio a abarrotar. Cheio de assalariados, pudera é fim do mês, também cá estou! Que chatice ter de fazer compras hoje, com as lojas todas tão cheias. Mas tem de ser... Vá lá, mentaliza-te mulher! Tem mesmo de ser, já falta tão pouco tempo.

Ora bem, o que é que ainda tenho para fazer...? Buscar as cortinas ao corte inglés, que eles já levaram o varão; a colcha para a cama; os candeeiros das mesas de cabeceira e o tapete. O João detesta tapetes, mas o que é que hei-de fazer? Não suporto meter os pés no chão, brrr que horror, que impressão que me faz. Bom, acho que consigo despachar-me em 45 minutos e ainda dá para comer qualquer coisa com a Cris. Vai ficar boquiaberta quando a convidar para madrinha, vai ser lindo, um pranto, é tão romântica... Ainda me vou rir!

Não acredito nisto! Então enganaram-se na cor dos abat-jours? Como é que é possível? E agora quanto tempo para corrigirem a situação? Uma semana e meia? Bom... seja! Sendo assim, ainda dá, o casamento é daqui a 15 dias... Mas não dá para haver mais enganos!

Por um lado, foi bom ter optado por um casamento meio surpresa. Poupam-se chatices e parvoeiras que não há paciência. Por outro, bem que me tinha dado um jeitão a ajuda das meninas nestas decisões das coisinhas e dos pormenores e sei lá mais o quê... Nunca tive jeito para estas coisas, ainda nem acredito que me meti nesta alhada do casamento. Mas olha... calha a todos, bem que elas me diziam. Ai o raio da paixão que me foi dar forte e feio. E é mesmo verdade... fulminante como um raio!

Vou pôr as coisas no carro para não andar carregada e esperar pela Cris, que para variar está atrasada. É sempre a mesma coisa. Bem, mas quando eu lhe contar do casamento, nem vai acreditar! Só podia convidá-la a ela para madrinha, sempre compreendeu esta minha paixão, quando nem mesmo eu compreendia! Isto da paixão é mesmo estranho, toma conta de nós... De mim, então...! Que fui sempre tão distante, nem sei muito bem lidar com isto ainda. Mas elas avisaram-me que um dia ainda me ia bater à séria, eu é que sempre achei que era conversa de novelas. E agora cá estou eu a tratar do casório!

- Cris, tás boa?!
- Susana! Bem... tás linda! Cheia de bom ar, radiante!
- Vamos pedir já, estou cheia de fome... e tenho tantas coisas para te contar. Até te vais passar! Bom querida, prepara-te para a notícia... queria fazer-te um convite: quero que sejas minha madrinha de casamento!!!
- ... Casamento?... Casamento?? Mas como? Casamento, como? Explica-te mulher!

- Pois é, vou casar-me com o João! Tenho andado numa roda viva, compras e mais compras, preparativos disto e daquilo... uma canseira, só te digo! E queria muito convidar-te para madrinha, porque sempre me compreendeste e apoiaste esta minha paixão louca. Quem mais poderia ser minha madrinha? Só tu, minha querida, só tu!

- Claro que te compreendi Susana, claro que te apoiei... disse-te para ires à luta, se era mesmo isso que querias! Mas Susana, tu bem que tentaste mas ele continuou na mesma. Continuou e continua com o Tó Zé. Que é o amor da vida dele! Bem sei que não podem casar, mas vivem juntos há mais de 5 anos e vão agora adoptar uma criança, Susana... Como é que tu podes estar a pensar em casamentos? A fazer compras...? Não te percebo, o que é que se passa?

- Oh, deixa-te disso Cris... Deu-te agora para o pessimismo? Ele há-de repensar, vais ver, é só uma questão de tempo. Ele não podia deixar o Tó Zé agora assim sozinho, agarrado com a questão da adopção, não te parece? Mas ele gosta é de mim! Eu sei que sim! É lógico que agora tem de gerir aquela situação lá em casa e eu só tenho é de perceber isso. Assim que o miúdo chegar, ele sai de casa e casamos, vais ver. Já só faltam 15 dias...

TNT
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Sábado, 7 de Abril de 2007

Ná casa do sinhô não éxistchi satanáis, xô satanáis

Em plena época pascal, apraz-me falar sobre um assunto que me incomoda bastante.
O casamento pela igreja.

O casamento per si já me transtorna, o casamento pela igreja causa-me sérios distúrbios a vários níveis. Por não pertencer a nenhuma religião, organizada ou não, por não ser crente em nenhuma força superior, não quer dizer que não respeite a vontade e a crença alheia. Acrescento até, que sinto alguma inveja da dita fé que tanto tenho ouvido falar, mas que a mim nunca me tocou. E haveriam momentos, que com certeza me teria dado jeito. Adiante!

Vou aos casamentos nas igrejas com o mesmo espírito que iria a um jogo de futebol ou a um qualquer outro espectáculo. Participo nos rituais do levanta, senta, levanta, senta, não me peçam é para rezar e cantar e benzer, porque não me pagam para isso.  Mediante justo pagamento, será uma proposta a considerar!

O que realmente me causa brotoeja são os votos, as juras e promessas no altar.  Para quem acredita em deus, na virgem maria, no jota cristo e nessas cegadas todas deveria pensar mais vezes, antes de se prestar a determinados papéis. Porque ir para ali, para casa do senhor (levantem-se e benzam-se por favor), prometer que vamos ser fiéis e não sei o quê na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza (deves!) até que a morte nos separe, parece-me um bocadinho insultuoso. Vão mentir deliberadamente ao deus todo poderoso? Shame on them, não me parece nada bem...

Dirão os mais virtuosos, ah e tal pelo menos naquela altura acreditamos que é para sempre... Pois é meus amigos, mas a promessa não é: ok, eu hoje estou convicto que estarei contigo até à morte, mas amanhã logo se vê... A promessa é mesmo para sempre!! SEMPRE! E sempre é muito tempo. É todo o tempo.

Eu até acredito que é possível amar alguém para sempre. Já conseguir ficar com esse alguém... duvido muito. E não condeno nada quem não consiga. O que condeno é terem a lata de ir para os altares, crentes nos seus deuses, mas descrentes de si próprios. E tentarem enganá-los como se afinal não acreditassem que eles andam aí. Em todo o lado.

Afinal em que é que ficamos?

TNT
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