Sábado, 10 de Janeiro de 2009

The Return of...

- Oh darling, I’m such a bitch...
- I know… that’s why I simply adore you.
- Hummm… how irresistibly flirtaceous. Let’s role play then. Shall I be your nurse?
- Ohhhhhh, I’m feeling so enormously sick.
- Let me check your temperature… Hum, quite high… Allow me to undress your shirt. Only to make sure…
- You’re right. You’re such a bitch. But I simply adore you, what can I do?

 

TNT

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Segunda-feira, 29 de Outubro de 2007

Tem troco?

As relações são mercantilistas e vivem das trocas.
Das trocas de afecto, de dedicação, de atenção, de dinheiro, de orgulho, de tempo, e de tantas outras coisas e coisinhas que todos os dias nos assolam.

Dizia-me uma amiga, a propósito da ingratidão, que tudo fez por um irmão e que ele – que é um animal, diga-se de passagem! – disse que não precisava dela para nada, etc. Enfim... família a gente não escolhe, mas felizmente podemos escolher todas as outras pessoas que nos rodeiam. Das amizades aos amores, creio que temos de ser criteriosos, selectivos e cuidadosos nas nossas escolhas.

Senão, vejamos...
Em tempos, um rapaz muito criativo (leia-se preguiçoso) passava a vida a tentar criar um objecto de entretenimento e por isso não poderia trabalhar porque tinha de estar completamente focado na coisa. A namorada, compreensiva (leia-se tonta) com esta situação temporária, sustentava todos os caprichos da criatura, não fosse a privação de algo, toldar-lhe o génio e a visão. Quando ela percebeu que ele afinal era um grandessíssimo oportunista e preguiçoso, cortou-lhe as vazas. A partir daí, ela passou a ser uma megera nas conversas dele com os amigos. Há que referir que esta mama durou quase um ano... Uma megera, de facto!

Outro rapaz, com namorada fixa, decide comprar uma casa, contando que ela fosse para lá viver e assim partilharem o espaço e respectivas despesas. A rapariga, que era ainda uma miúda, pressentindo o perigo do compromisso que teria de assumir, pôs-se a léguas e o rapazinho acabou por ficar agarrado... mas não por muito tempo. Em breve, arranjaria outra namorada – esta com casa própria – e tratou logo de despachar a casa anterior. E agora pensamos nós: obviamente que passou a rachar as despesas com a namorada recente... Deves! O condomínio começou a ser-lhe um fardo depois de ela muito insistir – e chatearem-se – em que ele teria de participar em algumas responsabilidades financeiras. Entretanto, esta relação acabou e ele já arranjou outra rapariga com casa própria. Novos cenários, mesma atitude...

Há pessoas que só dão e outras que só recebem. É a simbiose perfeita até alguém se aperceber que as coisas já passaram os limites e que também precisam de receber um bocadinho. E quando acordam, invariavelmente vêem que foram abusados e ficam com um travo amargo na garganta. Uma coisa é simbiose, outra muito diferente, é parasitismo! Fazem ambas parte do rol de relações, mas distinguem-se de forma peremptória e assustadora!

O ideal será darmos tudo o que pudermos, sabendo que a outra pessoa está com o mesmo espírito de dádiva e partilha. Lógico que nem sempre temos disponibilidade para darmos tudo o que gostaríamos – desde afectos a tempo, de dinheiro a dedicação – mas têm de ser fases de vida, e não sistema de vida.

Porque quem dá, também gosta de receber. E quem recebe, deveria experimentar dar.
Às vezes, sabe mesmo bem!

TNT
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Quinta-feira, 24 de Maio de 2007

As Pick-up Lines Lusitanas

Nunca vi engate tão rápido e eficiente como nos Estados Unidos. Nova Iorque é a cidade da arte de engatar por excelência. Digo-vos que é óptimo ser engatada por terras do Tio Sam. E eu já corri meio mundo, sei do que falo.

E é óptimo, porque acima de tudo não há dissimulação. Por haver pouco tempo disponível, as pessoas não se perdem em tontices e passam a ser muito mais práticas. Vão ao que querem e toda a gente sabe ao que vai. Estão a ver a coisa, certo?

As pick-up lines são brilhantes. E não sei se é por ser em inglês, parece que soam melhor. Mais descontraídas. Mais fáceis. Mais fluidas. Menos falsas.

Por terras lusitanas, e à força de tanta importação cultural americana, começámos também a tentar enveredar pelo engate fácil. A coisa aqui parece não funcionar tão bem. Porque os nossos tugas não sabem quando parar.

Imaginem o seguinte cenário. A gaja já foi sacada, já trataram do assunto, já estão na fase do cigarrinho, quando ele se sai com uma destas:

“Onde é que andaste este tempo todo?” ou “Nunca senti nada assim... o que é que me fizeste?” ou “Que bom que é adormecer ao teu lado...” ou “És a mulher da minha vida” ou... estão a ver o género, escuso de continuar. E a seguir a uma valente passa pensamos cá para nós... “Este gajo já me sacou, para que é que continua com o raio das pick-up lines? Rio-me? Sorrio? Faço que não ouvi? Ruborizo que nem uma donzela? O que é o gajo quer com esta conversa...? Chiça!!”

As almas mais puras e românticas, imbuídas de grandes sentimentos poderão dizer... “ah e tal, vai na volta o rapaz até está a ser sincero...”

E nós, à força de já termos ouvido todas as pick-up lines possíveis e imaginárias e em várias línguas desde a latina à anglo-saxónica passando pela eslava e cirílica, respondemos como se faz nos States: Bullshit!!

TNT
publicado por TNT às 04:35
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Domingo, 13 de Maio de 2007

Intimidade q.b.

Algumas mulheres, mestras na sedução, no engate e nas artes da irremediável manutenção dos machos, atentam a imensos factores e variáveis que, a criaturas mais distraídas ou desmesuradamente seguras, lhes passam completamente ao lado.

Pensava eu, que para criar intimidade com os espécimes masculinos, seria necessário verem-nos como realmente somos, sem subterfúgios nem quaisquer engenhos de dissimulação de alguma ou outra imperfeição que a todos nos assiste. Sei lá, verem-nos de pijama, com o cabelo desgrenhado ao acordar, olhos inchados, enfim todas aquelas generalidades que achamos serem comuns a todos e que todos compreenderiam.

Nada mais errado.

A intimidade, à semelhança de tantas outras coisas na vida, vive apenas e só da aparência. E poupem-nos por favor a ângulos menos sexy e a realidades incontornáveis! Não é para isso que cá estamos... O onirismo tomou conta de nós e quanto a isso, nada a fazer. A não ser conformarmo-nos com o facto de que teremos de acordar duas horas antes do rapazinho, para assim termos o nosso momento barbie e tudo voltar à (a)normalidade da noite anterior.

A intimidade é algo assustador para a maioria das pessoas e a maioria das pessoas temem-na mais ainda do que o próprio compromisso. A intimidade é algo permanente como uma tatuagem indelével.

O resto... são kalkitos!

TNT
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Quinta-feira, 3 de Maio de 2007

Quando eles julgam saber mais que nós...

Sou uma trintona já mais próxima dos quarenta. As minhas amigas são quase todas destas idades. E por causa disso já ouvimos muita tanga. São muitos anos... Admitindo que começámos a ouvir tangas aos 15, já levamos quase 25 anos a ouvi-las. Diariamente, consecutivamente, exaustivamente...

 

No meu Interno Feminino já fiz um post sobre os estilos de tanguistas que há. Porém ainda me escaparam alguns, até porque dei os exemplos mais correntes. Ultimamente eu e as minhas amigas andamos em experiências socio-científicas com rapazes mais novos. Somos umas raparigas todas modernaças e achamos que a actualização é essencial e não podemos ficar presas ao passado. E por isto mesmo, achámos que haveriam coisas novas para aprendermos!

 

Pois é! Doce engano!
Então não é, que quem não se actualiza são eles?
Ainda ontem comentávamos... “Eh pá essa tanga ando eu a dar há mais de 20 anos! Mas ele achava que eu ia acreditar...?"

 

Os putos quando se envolvem com uma mulher mais velha, não têm a noção que o discurso deles já foi desmontado dez vezes, antes mesmo de começarem a falar! Armam-se em espertinhos e pensam ser donos da verdade. Se calhar até são donos da verdade lá na rua deles. Junto às teenagers de jeans dois números abaixo.

Nós temos uma segurança, que nos permite não só desarmá-los, como ainda nos divertirmos até à exaustão a contarmos umas às outras como eles (tadinhos) estão convencidos que são os maiores.

 

Meninos, acordem!
Escusam de se dar ao trabalho... Não se macem com essas coisas, porque nós muito menos! É que não ligamos puto às vossas conversas da tanga. Por isso nem se esforcem! O que nós queremos mesmo, é curtir de vez em quando com uns putos cheios de energia...

Got it?

 

TNT

(À minha amiga Xana que faz anos hoje! Gostaste miúda?)

publicado por TNT às 17:21
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Quarta-feira, 2 de Maio de 2007

Quem quer casar com a carochinha...?

Após a ausência, perfeitamente justificada pela comemoração do aniversário do Interno Feminino, eis-me de volta à acção aqui no meu blog mais pessoal. E com um assunto que algumas amigas me chamaram a atenção para este facto que é: Porque é que os homens querem sempre casar comigo?

Nas minhas poucas relações mais sérias, ou mais intensas, ou mais duradouras, deparei-me sempre com a mesma questão: o dilema do casamento/ajuntamento/trapinhos juntos, o que fosse...

Ao reflectir sobre esta questão e vendo o desejo que algumas mulheres têm em relação a este partilhar de vidas, percebo porque é que comigo as coisas sempre jogaram ao contrário. Por eu nunca ter demonstrado o menor interesse pelo casório e filhinhos, as criaturas não se sentem ameaçadas na sua liberdade de macho e decidem por isso avançar sem medos. Só disse que sim duas vezes (ao mesmo), mas desisti uns tempinhos antes. Causa-me borbulhas... e como ligo muito à saúde e beleza da minha pele, não podia levar avante a decisão!

O facto de eles terem a certeza que eu não vou avançar, dá-lhes a total liberdade para pedir e tornar a pedir e pedir novamente! É a segurança total... Ou será por despeito? Será que pensam “... hum, mas esta não quer? Porque é que não quer? Não serei eu merecedor? Não descanso enquanto não a deixar aqui caídinha...” E obviamente, cansam-se e cansam-se até desistirem, ou as coisas acabarem naturalmente! Normalmente é esta segunda opção... Até porque depois quem se costuma cansar sou eu!

As conversas sobre o futuro são uma constante, os planos para daqui a não sei quantos meses fazem parte dos monólogos e o sonho de quando formos velhinhos e tal e tal...

O entusiasmo causado pelo início das relações deixa-os saudosistas de um futuro quase impossível. E sei que esta situação não se passa só comigo! Ainda ontem numa conversa, um amigo confidenciava-me o mesmo...

Será que é esta a estratégia a aplicar se queremos mesmo casório? A estratégia dos contrários? Pelos vistos... se funciona para quem não quer, pode ser uma boa opção para quem quer!

Meninos e meninas que querem casar: experimentem dizer que não querem; olhem de lado com ar chocado quando se fala em planos mais ou menos futuros; expliquem que preferem deixar andar e que depois logo se vê; demonstrem a vossa dificuldade em se comprometerem... sei lá!

Mais do que isto, só se vos comprar as alianças!

TNT
publicado por TNT às 16:19
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