Sábado, 10 de Janeiro de 2009

The Return of...

- Oh darling, I’m such a bitch...
- I know… that’s why I simply adore you.
- Hummm… how irresistibly flirtaceous. Let’s role play then. Shall I be your nurse?
- Ohhhhhh, I’m feeling so enormously sick.
- Let me check your temperature… Hum, quite high… Allow me to undress your shirt. Only to make sure…
- You’re right. You’re such a bitch. But I simply adore you, what can I do?

 

TNT

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Segunda-feira, 22 de Outubro de 2007

Mais vale prevenir...

Já por várias vezes – não muitas, mas mais do que gostaria – apanhei tipos que faziam parte das vidas de amigas minhas, em flagra. E mesmo sem os apanhar em flagra, apanhei-os em telefonemas, olhares cúmplices, armados ao pingarelho e outras actividades de foro “ilícito”... Falo de tipos que não correspondem minimamente aos requisitos sexuais exigidos pelas mulheres e que por isso, se calhar, andam atrás de pitinhas, assistentes e outras tontinhas que ficam encantadas com a falta de encanto.

Fui jantar com uma amiga que me diz que o namorado tinha ido jantar com uma amiga da faculdade, que ela estava cá e que ia ficar em casa dele no fim-de-semana e tal. Não liguei grande coisa à questão até a questão se ter tornado algo questionável. Foram ter connosco depois de jantar e quando eu vi a amiga em acção percebo que tem escrito na testa em néons encandeantes “Comam-me! E rapidinho que isto tá mesmo difícil!”

Com alguma habilidade e paninhos quentes, digo que ela me faz lembrar uma mulher específica... para ver se ela percebia. (Esta mulher que referi é daquelas que é sempre muito amiga dos gajos todos – comprometidos ou não - e anda sempre a papá-los, mas é uma gaja do caraças, amiga do seu amigo e acima de tudo amiga dela própria!). A minha amiga não ligou nenhuma ao meu aviso velado. Enquanto isso, a outra fazia crescer a peitaça, rindo-se sempre muito e muito divertida e descontraída e simpática e cheia de vontade de se ir deitar mais cedo!

Tive de me chegar à frente e dizer à minha amiga... “Ah e tal, se calhar era melhor ele ir dormir a tua casa neste fim-de-semana. A rapariga ficava mais à vontade lá em casa e já podia levar companhia, que bem parece precisar...!” Acho que foi neste momento que se fez luz e que viu que às vezes o perigo está mesmo à nossa frente e compete-nos dar uma ajudinha para evitar males maiores.

Não podemos sempre contar com a ajuda celeste! Ou contar com a seriedade e honestidade dos moçoilos! Aliás, sou capaz de acreditar mais em intervenções divinas do que nos ditos cujos, mas adiante...

O que pretendo dizer é que temos de nos dedicar à nossa relação, fazermos com que esta, por mais tempo que dure, seja repleta de emoção e aventura. Ah é verdade... e estarmos atentos, muito atentos, porque o perigo espreita em todas as escarpas. E sim, todos nós já fomos caçadores e presas. E não convém esquecer que quem está connosco pode voltar a sê-lo a qualquer momento.

TNT

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Terça-feira, 9 de Outubro de 2007

O peso das palavras

Quando se diz algo importante a alguém temos de ver que estamos em Portugal. E que as palavras têm pesos diferentes em diferentes línguas. Dizer “Te Amo” em brasileiro, não tem muita importância. Dizer “I Love you” em inglês tem a mesma importância do que se dissermos de uma saia nova. Porém, dizer em português que se ama alguém, temos de convir que a coisa custa a sair. E para sair – na maioria dos casos – é mesmo verdade!

As palavras – pelo menos para as mulheres – têm imensa importância. Na generalidade, as mulheres alimentam as suas emoções de palavras. De palavras ouvidas. De palavras lidas. De palavras escritas. E acima de tudo, de palavras sentidas.

Há homens que utilizam sempre as mesmas palavras para mulheres diferentes. Acham que assim têm sorte. E acredito que tenham, até ao dia em que elas descobrem que afinal são uma mera repetição que perdura desde a adolescência. Dizem que são nossos para sempre, chamam principezza à mulher e à amante que é para não haver confusão, dizem que querem ter um filho nosso... enfim balelas!

Depois há os que dizem que finalmente tiveram uma epifania connosco, que não tinham a noção do que era uma relação verdadeira e que de repente viram a luz e praticamente querem converter-se a esta nova corrente em busca da verdade e da essência. Descobrem é sempre uma nova luz na nova relação. Não sei como não ficam encandeados com tanto brilho! Ah! Deve ser porque a luz da relação anterior, de repente, se transforma em trevas.

De minimais repetitivos aos ofuscados, passando pelos dissimulados e iludidos, todos eles enganam e acima de tudo, enganam-se. Escorregam nas palavras do amor como se de dejectos caninos se tratassem.

E depois admiram-se que as coisas comecem a cheirar mal!

TNT
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Terça-feira, 24 de Julho de 2007

Who Are You...?

Numa publicação de informação semanal fala-se da loucura da nova “moda” das mulheres portuguesas fazerem sexo com estranhos. Bullshit! Analisemos a coisa com um bocadinho mais de bom senso e de experiência própria.
 
As mulheres envolvem-se sexualmente com estranhos porque parece mal envolverem-se com os conhecidos. Não parece nada bem andarmos por aí a embrulharmo-nos com o pessoal conhecido como o Sr. Jaime a quem compramos os bifes no talho, ou com o Sr. Oliveira que nos arranjou os armários da cozinha. Arranjam-se problemas desnecessários e ainda podemos ficar sem handy men o que é muitíssimo pior do que ficar sem sexo, convenhamos.
 
Sexo é fácil de arranjar, já um faz-tudo competente e em conta, meninas, é como uma agulha num palheiro!
 
A meu ver, um “acompanhante” (chamemos-lhe assim, porque prostituto soa mal) dominador das artes de bem satisfazer na cama, com bom aspecto e a quem possamos pagar para nos acompanhar àquela festa ou ao casório para o qual precisamos de chaperon, não me parece completamente descabido. Cumprem os seus papéis escrupulosamente e não chateiam mais do que o necessário.
 
O que causa transtorno é que nos anúncios classificados destas questões (que aparecem em catadupa aqui na coluna da esquerda) estão repletos de “mulatos abonados”, “machos grandes” e afins... É óbvio que com esta conversa, não se podem levar a lado nenhum a não ser a conhecer o vale dos lençóis e mesmo assim tem de se treinar para se poder acolher estes “apêndices” tão generosos.
 
Assim sendo, em que ficamos? Embrulhamo-nos com o filho do Sr. Jaime? É desconhecido q.b. e percebe de osso buco... Ou vamos abertamente para o engate para as noites? Ou tornamo-nos adeptas do speed dating?
 
Isto das mulheres gostarem de sexo, só nos complica a vida!
 
 
 
TNT
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Domingo, 3 de Junho de 2007

Sun on the Beach!

Não sei como é convosco mas a praia funciona como um forte afrodisíaco aqui para esta vossa menina. Não sei se é do calor, se da areia, se do sal, se do cheiro dos protectores (sim, porque eu sou branca tipo alforreca) se disto tudo junto. A questão é que funciona como um turn on. E de que maneira!

Há sempre aquele número do “não se importa, passa-me aí o creme pelas costas...?” Ok, eu sei que é uma daquelas pick-up lines vergonhosas, mas pronto... tem de ser! São infalíveis e no saque tudo é permitido!

Sempre ouvi dizer que os romances de verão ficam enterrados na areia. O que dizer dos engates estivais de fim-de-semana? São suficientemente importantes para se erguer um túmulo, uma lápide? Merecem mensagens post-morten?

A mim parece-me que as coisas que surgem assim do calor intenso das praias lusitanas devem esfriar depois de uma bela banhoca e da aplicação do refrescante after-sun..
.

Não há paciência para cremes pegajosos, para homens pegajosos e muito menos no Verão que há tanto para fazer, tanta praia para ir, tanto protector para espalhar....

TNT

publicado por TNT às 23:36
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