Quinta-feira, 28 de Maio de 2009

Os homens irritam-me!

"Deixei de beber Coca-Cola e perdi 5 kg!"

 

Olha... Vai à merda!

 

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Segunda-feira, 18 de Maio de 2009

O casamento

(Enviado por mail)

 

"Um dia um rapaz perguntou a uma rapariga se queria casar com ele.
A rapariga disse que não

e viveu feliz para sempre...
Sem lavar,
sem cozinhar,
sem passar a ferro
saindo com as amigas,

dormia com quem lhe apetecia,
gastando o seu dinheiro conforme lhe apetecia
sem trabalhar para ninguém.

FIM

...O problema é que de pequeninas, não nos contavam estas histórias...
vinham sempre com a história do príncipe encantado....

Todos os homens dizem refererindo -se a nós - Para que havemos de
comprar a vaca quando podemos ter leite grátis?

Temos de lhes dizer: Sabem porque é que agora 80% das mulheres estão
contra o matrimónio? Porque as mulheres perceberam que não vale a pena
comprar um porco inteiro para ter uma salsicha."

 

Subscrevo!

 

TNT

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Sexta-feira, 3 de Abril de 2009

Pesquisa Sentimental

Na minha quase ofegante busca por respostas sobre o comportamento masculino, observo as criaturas Y com aspirações científicas. Em vão. Quando acho que começo a chegar a alguma conclusão útil, eis que o universo masculino me prega mais uma partida.

Ao percorrer as páginas do “Pesquisa Sentimental” apercebo-me que está tudo ali. De repente, fez-se luz. Finalmente uma abordagem coerente e iluminada. Não, os homens não são todos iguais. Os homens que pensam, são iguais nas suas dúvidas e nas suas angústias. Não percebem é o seu novo papel. Não conseguiram digeri-lo ainda. Não sabem quem são. E a culpa é, claramente, das mulheres. Que evoluíram, as grande rameiras…!

“O problema é que as mulheres já não são o que eram; e nós continuamos na mesma. – Gil às vezes fica pensativo, filosófico.” Sem dizer, diz tudo. O Gil é o elemento que equilibra. Entre os dramas e a quase tóxica necessidade de compreender de Alexandre e as pérolas limitadas de Artur, Gil é o fio-de-prumo.

Artur é o idiota que ainda não percebeu que as mulheres mudaram. O papel da mulher é absolutamente limitado pelas suas próprias limitações masculinas. Aliás, um gajo que diz - “Vais largar a tua mulher por causa duma gaja que te faz um broche, mal te conhece? (…)  Não te percebo. Tens uma mulher impecável. E depois tens as gajas. Não há nada de mal nisso. Sempre foi assim, sempre há-de ser.” – será digno de salvação dos seus demónios?

O “Pesquisa Sentimental” tem sido uma viagem salivante pela mente masculina. Não que eu não soubesse já algumas das verdades lidas. A questão é que finalmente foram verbalizadas por um homem. Finalmente, houve um homem que se chegou à frente.

E tenho a sorte e o privilégio de ele fazer parte da minha vida. Obrigada
 

TNT

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Segunda-feira, 29 de Outubro de 2007

Tem troco?

As relações são mercantilistas e vivem das trocas.
Das trocas de afecto, de dedicação, de atenção, de dinheiro, de orgulho, de tempo, e de tantas outras coisas e coisinhas que todos os dias nos assolam.

Dizia-me uma amiga, a propósito da ingratidão, que tudo fez por um irmão e que ele – que é um animal, diga-se de passagem! – disse que não precisava dela para nada, etc. Enfim... família a gente não escolhe, mas felizmente podemos escolher todas as outras pessoas que nos rodeiam. Das amizades aos amores, creio que temos de ser criteriosos, selectivos e cuidadosos nas nossas escolhas.

Senão, vejamos...
Em tempos, um rapaz muito criativo (leia-se preguiçoso) passava a vida a tentar criar um objecto de entretenimento e por isso não poderia trabalhar porque tinha de estar completamente focado na coisa. A namorada, compreensiva (leia-se tonta) com esta situação temporária, sustentava todos os caprichos da criatura, não fosse a privação de algo, toldar-lhe o génio e a visão. Quando ela percebeu que ele afinal era um grandessíssimo oportunista e preguiçoso, cortou-lhe as vazas. A partir daí, ela passou a ser uma megera nas conversas dele com os amigos. Há que referir que esta mama durou quase um ano... Uma megera, de facto!

Outro rapaz, com namorada fixa, decide comprar uma casa, contando que ela fosse para lá viver e assim partilharem o espaço e respectivas despesas. A rapariga, que era ainda uma miúda, pressentindo o perigo do compromisso que teria de assumir, pôs-se a léguas e o rapazinho acabou por ficar agarrado... mas não por muito tempo. Em breve, arranjaria outra namorada – esta com casa própria – e tratou logo de despachar a casa anterior. E agora pensamos nós: obviamente que passou a rachar as despesas com a namorada recente... Deves! O condomínio começou a ser-lhe um fardo depois de ela muito insistir – e chatearem-se – em que ele teria de participar em algumas responsabilidades financeiras. Entretanto, esta relação acabou e ele já arranjou outra rapariga com casa própria. Novos cenários, mesma atitude...

Há pessoas que só dão e outras que só recebem. É a simbiose perfeita até alguém se aperceber que as coisas já passaram os limites e que também precisam de receber um bocadinho. E quando acordam, invariavelmente vêem que foram abusados e ficam com um travo amargo na garganta. Uma coisa é simbiose, outra muito diferente, é parasitismo! Fazem ambas parte do rol de relações, mas distinguem-se de forma peremptória e assustadora!

O ideal será darmos tudo o que pudermos, sabendo que a outra pessoa está com o mesmo espírito de dádiva e partilha. Lógico que nem sempre temos disponibilidade para darmos tudo o que gostaríamos – desde afectos a tempo, de dinheiro a dedicação – mas têm de ser fases de vida, e não sistema de vida.

Porque quem dá, também gosta de receber. E quem recebe, deveria experimentar dar.
Às vezes, sabe mesmo bem!

TNT
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Terça-feira, 9 de Outubro de 2007

O peso das palavras

Quando se diz algo importante a alguém temos de ver que estamos em Portugal. E que as palavras têm pesos diferentes em diferentes línguas. Dizer “Te Amo” em brasileiro, não tem muita importância. Dizer “I Love you” em inglês tem a mesma importância do que se dissermos de uma saia nova. Porém, dizer em português que se ama alguém, temos de convir que a coisa custa a sair. E para sair – na maioria dos casos – é mesmo verdade!

As palavras – pelo menos para as mulheres – têm imensa importância. Na generalidade, as mulheres alimentam as suas emoções de palavras. De palavras ouvidas. De palavras lidas. De palavras escritas. E acima de tudo, de palavras sentidas.

Há homens que utilizam sempre as mesmas palavras para mulheres diferentes. Acham que assim têm sorte. E acredito que tenham, até ao dia em que elas descobrem que afinal são uma mera repetição que perdura desde a adolescência. Dizem que são nossos para sempre, chamam principezza à mulher e à amante que é para não haver confusão, dizem que querem ter um filho nosso... enfim balelas!

Depois há os que dizem que finalmente tiveram uma epifania connosco, que não tinham a noção do que era uma relação verdadeira e que de repente viram a luz e praticamente querem converter-se a esta nova corrente em busca da verdade e da essência. Descobrem é sempre uma nova luz na nova relação. Não sei como não ficam encandeados com tanto brilho! Ah! Deve ser porque a luz da relação anterior, de repente, se transforma em trevas.

De minimais repetitivos aos ofuscados, passando pelos dissimulados e iludidos, todos eles enganam e acima de tudo, enganam-se. Escorregam nas palavras do amor como se de dejectos caninos se tratassem.

E depois admiram-se que as coisas comecem a cheirar mal!

TNT
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Terça-feira, 24 de Julho de 2007

Who Are You...?

Numa publicação de informação semanal fala-se da loucura da nova “moda” das mulheres portuguesas fazerem sexo com estranhos. Bullshit! Analisemos a coisa com um bocadinho mais de bom senso e de experiência própria.
 
As mulheres envolvem-se sexualmente com estranhos porque parece mal envolverem-se com os conhecidos. Não parece nada bem andarmos por aí a embrulharmo-nos com o pessoal conhecido como o Sr. Jaime a quem compramos os bifes no talho, ou com o Sr. Oliveira que nos arranjou os armários da cozinha. Arranjam-se problemas desnecessários e ainda podemos ficar sem handy men o que é muitíssimo pior do que ficar sem sexo, convenhamos.
 
Sexo é fácil de arranjar, já um faz-tudo competente e em conta, meninas, é como uma agulha num palheiro!
 
A meu ver, um “acompanhante” (chamemos-lhe assim, porque prostituto soa mal) dominador das artes de bem satisfazer na cama, com bom aspecto e a quem possamos pagar para nos acompanhar àquela festa ou ao casório para o qual precisamos de chaperon, não me parece completamente descabido. Cumprem os seus papéis escrupulosamente e não chateiam mais do que o necessário.
 
O que causa transtorno é que nos anúncios classificados destas questões (que aparecem em catadupa aqui na coluna da esquerda) estão repletos de “mulatos abonados”, “machos grandes” e afins... É óbvio que com esta conversa, não se podem levar a lado nenhum a não ser a conhecer o vale dos lençóis e mesmo assim tem de se treinar para se poder acolher estes “apêndices” tão generosos.
 
Assim sendo, em que ficamos? Embrulhamo-nos com o filho do Sr. Jaime? É desconhecido q.b. e percebe de osso buco... Ou vamos abertamente para o engate para as noites? Ou tornamo-nos adeptas do speed dating?
 
Isto das mulheres gostarem de sexo, só nos complica a vida!
 
 
 
TNT
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Quinta-feira, 12 de Julho de 2007

Não Sou o Único

Tenho tido muita sorte com os homens que têm passado pela minha vida!
 
Como já referi outras vezes noutros posts e noutros blogs, tenho tendência para escolher sempre pessoas talentosas, fantásticas, com um sentido de humor fora do comum, com uma infinita paciência para aturarem as minhas loucuras, inconstâncias, oscilações de humor e com uma capacidade enorme de me amarem, muitas vezes sem o retorno que mereciam.
 
Mas eu sou assim e eles sabem que sou e se calhar é por isso que me acham mais graça!
 
Houve um que me aturou mais tempo que os outros, que teve mais capacidade para levar com a minha frieza durante mais tempo e por isso tem obviamente de ocupar um lugar especial na minha vida e no meu coração.
Hoje em dia somos amigos especiais, não confidenciamos certas coisas como os nossos engates, aventuras, paixões e amores, porque não cai bem. Confidenciamos outras mais ou menos importantes, conforme os pontos de vista. Eu sei que sou importante para ele e ele sabe que é importante para mim e isso chega-nos.
 
Tenho falado da minha vida privada várias vezes sem aflorar nada de muito privado. Para mim é mais privado falar daquele olhar ou daquela música, do que propriamente falar de uma noite de sexo desvairado. Cada um tem a sua noção do que é importante e privado.
 
Ontem foi o lançamento da biografia do Zé Pedro na qual eu tive o máximo prazer em participar e agradeço e congratulo desde já a minha “cunhadinha” a escolha tão cuidada dos pormenores. Vejo no entanto que mais uma vez não consegui falar da história que vivemos. Consigo falar das nossas noites de loucura, dos copos, mas nunca, jamais, conseguirei falar da nossa cumplicidade, dos sorrisos idiotas e do enorme orgulho que temos um no outro.
 
É demais para pôr em livro! São pormenores que ficam só para nós e para quem partilhou a nossa vida em comum que durou, como costumo dizer, cinco anos oficiais e mais dez, oficiosos.
 
Leiam o livro que vale a pena conhecer alguns pormenores de uma vida de uma pessoa fantástica com quem eu tive o privilégio de partilhar algum tempo.
 

“Não sou o Único” de Helena Reis, Editora Presença

 

TNT

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Domingo, 3 de Junho de 2007

Sun on the Beach!

Não sei como é convosco mas a praia funciona como um forte afrodisíaco aqui para esta vossa menina. Não sei se é do calor, se da areia, se do sal, se do cheiro dos protectores (sim, porque eu sou branca tipo alforreca) se disto tudo junto. A questão é que funciona como um turn on. E de que maneira!

Há sempre aquele número do “não se importa, passa-me aí o creme pelas costas...?” Ok, eu sei que é uma daquelas pick-up lines vergonhosas, mas pronto... tem de ser! São infalíveis e no saque tudo é permitido!

Sempre ouvi dizer que os romances de verão ficam enterrados na areia. O que dizer dos engates estivais de fim-de-semana? São suficientemente importantes para se erguer um túmulo, uma lápide? Merecem mensagens post-morten?

A mim parece-me que as coisas que surgem assim do calor intenso das praias lusitanas devem esfriar depois de uma bela banhoca e da aplicação do refrescante after-sun..
.

Não há paciência para cremes pegajosos, para homens pegajosos e muito menos no Verão que há tanto para fazer, tanta praia para ir, tanto protector para espalhar....

TNT

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Quinta-feira, 24 de Maio de 2007

As Pick-up Lines Lusitanas

Nunca vi engate tão rápido e eficiente como nos Estados Unidos. Nova Iorque é a cidade da arte de engatar por excelência. Digo-vos que é óptimo ser engatada por terras do Tio Sam. E eu já corri meio mundo, sei do que falo.

E é óptimo, porque acima de tudo não há dissimulação. Por haver pouco tempo disponível, as pessoas não se perdem em tontices e passam a ser muito mais práticas. Vão ao que querem e toda a gente sabe ao que vai. Estão a ver a coisa, certo?

As pick-up lines são brilhantes. E não sei se é por ser em inglês, parece que soam melhor. Mais descontraídas. Mais fáceis. Mais fluidas. Menos falsas.

Por terras lusitanas, e à força de tanta importação cultural americana, começámos também a tentar enveredar pelo engate fácil. A coisa aqui parece não funcionar tão bem. Porque os nossos tugas não sabem quando parar.

Imaginem o seguinte cenário. A gaja já foi sacada, já trataram do assunto, já estão na fase do cigarrinho, quando ele se sai com uma destas:

“Onde é que andaste este tempo todo?” ou “Nunca senti nada assim... o que é que me fizeste?” ou “Que bom que é adormecer ao teu lado...” ou “És a mulher da minha vida” ou... estão a ver o género, escuso de continuar. E a seguir a uma valente passa pensamos cá para nós... “Este gajo já me sacou, para que é que continua com o raio das pick-up lines? Rio-me? Sorrio? Faço que não ouvi? Ruborizo que nem uma donzela? O que é o gajo quer com esta conversa...? Chiça!!”

As almas mais puras e românticas, imbuídas de grandes sentimentos poderão dizer... “ah e tal, vai na volta o rapaz até está a ser sincero...”

E nós, à força de já termos ouvido todas as pick-up lines possíveis e imaginárias e em várias línguas desde a latina à anglo-saxónica passando pela eslava e cirílica, respondemos como se faz nos States: Bullshit!!

TNT
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Domingo, 13 de Maio de 2007

Intimidade q.b.

Algumas mulheres, mestras na sedução, no engate e nas artes da irremediável manutenção dos machos, atentam a imensos factores e variáveis que, a criaturas mais distraídas ou desmesuradamente seguras, lhes passam completamente ao lado.

Pensava eu, que para criar intimidade com os espécimes masculinos, seria necessário verem-nos como realmente somos, sem subterfúgios nem quaisquer engenhos de dissimulação de alguma ou outra imperfeição que a todos nos assiste. Sei lá, verem-nos de pijama, com o cabelo desgrenhado ao acordar, olhos inchados, enfim todas aquelas generalidades que achamos serem comuns a todos e que todos compreenderiam.

Nada mais errado.

A intimidade, à semelhança de tantas outras coisas na vida, vive apenas e só da aparência. E poupem-nos por favor a ângulos menos sexy e a realidades incontornáveis! Não é para isso que cá estamos... O onirismo tomou conta de nós e quanto a isso, nada a fazer. A não ser conformarmo-nos com o facto de que teremos de acordar duas horas antes do rapazinho, para assim termos o nosso momento barbie e tudo voltar à (a)normalidade da noite anterior.

A intimidade é algo assustador para a maioria das pessoas e a maioria das pessoas temem-na mais ainda do que o próprio compromisso. A intimidade é algo permanente como uma tatuagem indelével.

O resto... são kalkitos!

TNT
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