Segunda-feira, 18 de Maio de 2009

O casamento

(Enviado por mail)

 

"Um dia um rapaz perguntou a uma rapariga se queria casar com ele.
A rapariga disse que não

e viveu feliz para sempre...
Sem lavar,
sem cozinhar,
sem passar a ferro
saindo com as amigas,

dormia com quem lhe apetecia,
gastando o seu dinheiro conforme lhe apetecia
sem trabalhar para ninguém.

FIM

...O problema é que de pequeninas, não nos contavam estas histórias...
vinham sempre com a história do príncipe encantado....

Todos os homens dizem refererindo -se a nós - Para que havemos de
comprar a vaca quando podemos ter leite grátis?

Temos de lhes dizer: Sabem porque é que agora 80% das mulheres estão
contra o matrimónio? Porque as mulheres perceberam que não vale a pena
comprar um porco inteiro para ter uma salsicha."

 

Subscrevo!

 

TNT

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Sexta-feira, 3 de Abril de 2009

Pesquisa Sentimental

Na minha quase ofegante busca por respostas sobre o comportamento masculino, observo as criaturas Y com aspirações científicas. Em vão. Quando acho que começo a chegar a alguma conclusão útil, eis que o universo masculino me prega mais uma partida.

Ao percorrer as páginas do “Pesquisa Sentimental” apercebo-me que está tudo ali. De repente, fez-se luz. Finalmente uma abordagem coerente e iluminada. Não, os homens não são todos iguais. Os homens que pensam, são iguais nas suas dúvidas e nas suas angústias. Não percebem é o seu novo papel. Não conseguiram digeri-lo ainda. Não sabem quem são. E a culpa é, claramente, das mulheres. Que evoluíram, as grande rameiras…!

“O problema é que as mulheres já não são o que eram; e nós continuamos na mesma. – Gil às vezes fica pensativo, filosófico.” Sem dizer, diz tudo. O Gil é o elemento que equilibra. Entre os dramas e a quase tóxica necessidade de compreender de Alexandre e as pérolas limitadas de Artur, Gil é o fio-de-prumo.

Artur é o idiota que ainda não percebeu que as mulheres mudaram. O papel da mulher é absolutamente limitado pelas suas próprias limitações masculinas. Aliás, um gajo que diz - “Vais largar a tua mulher por causa duma gaja que te faz um broche, mal te conhece? (…)  Não te percebo. Tens uma mulher impecável. E depois tens as gajas. Não há nada de mal nisso. Sempre foi assim, sempre há-de ser.” – será digno de salvação dos seus demónios?

O “Pesquisa Sentimental” tem sido uma viagem salivante pela mente masculina. Não que eu não soubesse já algumas das verdades lidas. A questão é que finalmente foram verbalizadas por um homem. Finalmente, houve um homem que se chegou à frente.

E tenho a sorte e o privilégio de ele fazer parte da minha vida. Obrigada
 

TNT

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Quarta-feira, 4 de Março de 2009

As vidas de uma mulher

As meninas têm por hábito começar a namorar mais cedo que os rapazes. Eles só pensam em jogar à bola/playstation/correr feitos estúpidos/…, enquanto que elas pensam que vão casar aos 15 anos com os seus príncipes encantados por causa da literatura Danielle Steel e dos filmes manhosos de domingo à tarde da TVI que consomem.


Consequentemente, arranjam sempre uns namorados mais velhos do que elas porque não têm outra hipótese. Apaixonam-se, constroem castelos e acham que é para toda a vida…
Pois, não é! Há umas que percebem que afinal aquilo apenas é o princípio de uma jornada. Outras ficam com os seus amores da secundária durante anos e anos. E perdem tudo o que a vida tem para lhes dar nessas idades. E que depois irão tentar recuperar fora de horas...


A adolescência/pré-adulta deve ser uma idade de experimentação. Nada de namoros prolongados. Nada de dramas ou sofrimentos. Experimentar e seguir para outra deve ser o caminho a traçar. Afinal, a fase 15-25 não tem comparação com nenhuma outra em termos de inconsciência, energia, curiosidade ou hormonas aos saltos. É a fase de aprendizagem onde se apreende algo do que se quer e, sobretudo, do que não se quer.


Dos 25 em diante, a coisa começa a clarificar-se e inicia-se o tal desejo de constituir família. Meninas, quando esta fase começar, sentem-se muito sossegadinhas porque acaba por passar! Àquelas que não conseguiram ficar sossegadas, paciência. Também, o mundo tem de ser povoado e as empresas de catering têm de ganhar algum com os casórios.


Chegando aos 30 e picos a vida fica clarinha que nem cristal! Percebe-se que afinal aquele gajo não era bem o que se queria e que as crias só ocupam espaço e tempo. O sexo não é o mesmo e muito menos com a mesma frequência, o tempo de lazer não existe, as horas de sono são uma lembrança longínqua e as contas dos colégios, uma constante mensal! As mulheres começam a acordar e a perceber que a vida tem de ser mais do que aquilo.


Quando se aproximam dos 40 voltam à adolescência no que toca à excitação. Agora com outra sapiência, paciência e ciência. A vontade de experimentar outras coisas mais interessantes torna-se irresistível. O apelo da carne tenrinha é um canto de sereia. O sexo é imperativo a par com o divertimento. A diferença em relação à adolescência é que já não há secundária, nem borbulhas, nem dramas. Selecciona-se o que é bom e esquece-se o que não interessa.


E como diz uma amiga minha “Se não me lembro é porque não aconteceu!”

 

TNT
 

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Quarta-feira, 26 de Março de 2008

Sic Mulher e os detergentes...

Ao ver a SIC Mulher reparo que em todos os intervalos comerciais a profusão de anúncios a detergentes é escandalosa. Em vários intervalos seguidos, apenas um anúncio não era de detergentes, mas de um shampoo...

Será que todas as pessoas que vêem a SIC Mulher se interessam assim tanto pela lavagem da roupa, pelo detergente que substitui 50 para a limpeza imaculada da cozinha e casa-de-banho, do milagre anti-gordura que apenas com uma gota acaba com as impurezas da loiça, ou das pastilhas que com poderes divinos recuperam excepcionalmente o brilho do cristal?

Será que os programas de media dos publicitários ou centrais de compras estão desta forma programados? Assim que se coloca a palavra mulher, esta é transformada em mil e um detergentes e um shampoo? Será assim tão limitada e redutora a visão dos iluminados da publicidade? Ou será que o papel da mulher se resume a ser uma fantástica fada do lar?

Ainda que o canal seja destinado a mulheres, todos sabemos que há milhares de homens a paparem a Oprah, o Dr. Phil ou o Querido Mudei a Casa. E mesmo que a maior percentagem seja de mulheres, não haverá outros produtos de igual interesse ao dos detergentes? Não haverá produtos tipicamente femininos para além dos milagres anti-gordura? Não haverá cremes, livros, filmes, até pensos higiénicos, obviamente destinados ao público feminino? Não haverá um raio de uma mulher informática a programar o raio dos programas de atribuição de publicidade?

Será que os crânios da publicidade julgam as mulheres como lavadeiras imparáveis? Será que é por causa disso que a maioria deles são divorciados, não sem antes terem levado com um valente par na testa?

Enfim... algumas matérias para reflectir...

Se alguém souber responder a estas questões do foro comercial-feminino-publicitário-etc, não se acanhe! Porque a mim, a coisa causa-me cá um nervoso miudinho que não vos digo nada!

TNT
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Segunda-feira, 29 de Outubro de 2007

Tem troco?

As relações são mercantilistas e vivem das trocas.
Das trocas de afecto, de dedicação, de atenção, de dinheiro, de orgulho, de tempo, e de tantas outras coisas e coisinhas que todos os dias nos assolam.

Dizia-me uma amiga, a propósito da ingratidão, que tudo fez por um irmão e que ele – que é um animal, diga-se de passagem! – disse que não precisava dela para nada, etc. Enfim... família a gente não escolhe, mas felizmente podemos escolher todas as outras pessoas que nos rodeiam. Das amizades aos amores, creio que temos de ser criteriosos, selectivos e cuidadosos nas nossas escolhas.

Senão, vejamos...
Em tempos, um rapaz muito criativo (leia-se preguiçoso) passava a vida a tentar criar um objecto de entretenimento e por isso não poderia trabalhar porque tinha de estar completamente focado na coisa. A namorada, compreensiva (leia-se tonta) com esta situação temporária, sustentava todos os caprichos da criatura, não fosse a privação de algo, toldar-lhe o génio e a visão. Quando ela percebeu que ele afinal era um grandessíssimo oportunista e preguiçoso, cortou-lhe as vazas. A partir daí, ela passou a ser uma megera nas conversas dele com os amigos. Há que referir que esta mama durou quase um ano... Uma megera, de facto!

Outro rapaz, com namorada fixa, decide comprar uma casa, contando que ela fosse para lá viver e assim partilharem o espaço e respectivas despesas. A rapariga, que era ainda uma miúda, pressentindo o perigo do compromisso que teria de assumir, pôs-se a léguas e o rapazinho acabou por ficar agarrado... mas não por muito tempo. Em breve, arranjaria outra namorada – esta com casa própria – e tratou logo de despachar a casa anterior. E agora pensamos nós: obviamente que passou a rachar as despesas com a namorada recente... Deves! O condomínio começou a ser-lhe um fardo depois de ela muito insistir – e chatearem-se – em que ele teria de participar em algumas responsabilidades financeiras. Entretanto, esta relação acabou e ele já arranjou outra rapariga com casa própria. Novos cenários, mesma atitude...

Há pessoas que só dão e outras que só recebem. É a simbiose perfeita até alguém se aperceber que as coisas já passaram os limites e que também precisam de receber um bocadinho. E quando acordam, invariavelmente vêem que foram abusados e ficam com um travo amargo na garganta. Uma coisa é simbiose, outra muito diferente, é parasitismo! Fazem ambas parte do rol de relações, mas distinguem-se de forma peremptória e assustadora!

O ideal será darmos tudo o que pudermos, sabendo que a outra pessoa está com o mesmo espírito de dádiva e partilha. Lógico que nem sempre temos disponibilidade para darmos tudo o que gostaríamos – desde afectos a tempo, de dinheiro a dedicação – mas têm de ser fases de vida, e não sistema de vida.

Porque quem dá, também gosta de receber. E quem recebe, deveria experimentar dar.
Às vezes, sabe mesmo bem!

TNT
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Terça-feira, 24 de Julho de 2007

Who Are You...?

Numa publicação de informação semanal fala-se da loucura da nova “moda” das mulheres portuguesas fazerem sexo com estranhos. Bullshit! Analisemos a coisa com um bocadinho mais de bom senso e de experiência própria.
 
As mulheres envolvem-se sexualmente com estranhos porque parece mal envolverem-se com os conhecidos. Não parece nada bem andarmos por aí a embrulharmo-nos com o pessoal conhecido como o Sr. Jaime a quem compramos os bifes no talho, ou com o Sr. Oliveira que nos arranjou os armários da cozinha. Arranjam-se problemas desnecessários e ainda podemos ficar sem handy men o que é muitíssimo pior do que ficar sem sexo, convenhamos.
 
Sexo é fácil de arranjar, já um faz-tudo competente e em conta, meninas, é como uma agulha num palheiro!
 
A meu ver, um “acompanhante” (chamemos-lhe assim, porque prostituto soa mal) dominador das artes de bem satisfazer na cama, com bom aspecto e a quem possamos pagar para nos acompanhar àquela festa ou ao casório para o qual precisamos de chaperon, não me parece completamente descabido. Cumprem os seus papéis escrupulosamente e não chateiam mais do que o necessário.
 
O que causa transtorno é que nos anúncios classificados destas questões (que aparecem em catadupa aqui na coluna da esquerda) estão repletos de “mulatos abonados”, “machos grandes” e afins... É óbvio que com esta conversa, não se podem levar a lado nenhum a não ser a conhecer o vale dos lençóis e mesmo assim tem de se treinar para se poder acolher estes “apêndices” tão generosos.
 
Assim sendo, em que ficamos? Embrulhamo-nos com o filho do Sr. Jaime? É desconhecido q.b. e percebe de osso buco... Ou vamos abertamente para o engate para as noites? Ou tornamo-nos adeptas do speed dating?
 
Isto das mulheres gostarem de sexo, só nos complica a vida!
 
 
 
TNT
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Quinta-feira, 24 de Maio de 2007

As Pick-up Lines Lusitanas

Nunca vi engate tão rápido e eficiente como nos Estados Unidos. Nova Iorque é a cidade da arte de engatar por excelência. Digo-vos que é óptimo ser engatada por terras do Tio Sam. E eu já corri meio mundo, sei do que falo.

E é óptimo, porque acima de tudo não há dissimulação. Por haver pouco tempo disponível, as pessoas não se perdem em tontices e passam a ser muito mais práticas. Vão ao que querem e toda a gente sabe ao que vai. Estão a ver a coisa, certo?

As pick-up lines são brilhantes. E não sei se é por ser em inglês, parece que soam melhor. Mais descontraídas. Mais fáceis. Mais fluidas. Menos falsas.

Por terras lusitanas, e à força de tanta importação cultural americana, começámos também a tentar enveredar pelo engate fácil. A coisa aqui parece não funcionar tão bem. Porque os nossos tugas não sabem quando parar.

Imaginem o seguinte cenário. A gaja já foi sacada, já trataram do assunto, já estão na fase do cigarrinho, quando ele se sai com uma destas:

“Onde é que andaste este tempo todo?” ou “Nunca senti nada assim... o que é que me fizeste?” ou “Que bom que é adormecer ao teu lado...” ou “És a mulher da minha vida” ou... estão a ver o género, escuso de continuar. E a seguir a uma valente passa pensamos cá para nós... “Este gajo já me sacou, para que é que continua com o raio das pick-up lines? Rio-me? Sorrio? Faço que não ouvi? Ruborizo que nem uma donzela? O que é o gajo quer com esta conversa...? Chiça!!”

As almas mais puras e românticas, imbuídas de grandes sentimentos poderão dizer... “ah e tal, vai na volta o rapaz até está a ser sincero...”

E nós, à força de já termos ouvido todas as pick-up lines possíveis e imaginárias e em várias línguas desde a latina à anglo-saxónica passando pela eslava e cirílica, respondemos como se faz nos States: Bullshit!!

TNT
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Domingo, 13 de Maio de 2007

Intimidade q.b.

Algumas mulheres, mestras na sedução, no engate e nas artes da irremediável manutenção dos machos, atentam a imensos factores e variáveis que, a criaturas mais distraídas ou desmesuradamente seguras, lhes passam completamente ao lado.

Pensava eu, que para criar intimidade com os espécimes masculinos, seria necessário verem-nos como realmente somos, sem subterfúgios nem quaisquer engenhos de dissimulação de alguma ou outra imperfeição que a todos nos assiste. Sei lá, verem-nos de pijama, com o cabelo desgrenhado ao acordar, olhos inchados, enfim todas aquelas generalidades que achamos serem comuns a todos e que todos compreenderiam.

Nada mais errado.

A intimidade, à semelhança de tantas outras coisas na vida, vive apenas e só da aparência. E poupem-nos por favor a ângulos menos sexy e a realidades incontornáveis! Não é para isso que cá estamos... O onirismo tomou conta de nós e quanto a isso, nada a fazer. A não ser conformarmo-nos com o facto de que teremos de acordar duas horas antes do rapazinho, para assim termos o nosso momento barbie e tudo voltar à (a)normalidade da noite anterior.

A intimidade é algo assustador para a maioria das pessoas e a maioria das pessoas temem-na mais ainda do que o próprio compromisso. A intimidade é algo permanente como uma tatuagem indelével.

O resto... são kalkitos!

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Sexta-feira, 11 de Maio de 2007

O Ar

(Exercício de Escrita)

- Falta-me o ar...! Espera! Espera só um bocadinho, deixa-me respirar...
Ufff... Como é que é possível...? Ui que me caem as lágrimas. Calma... Já está a passar. Eh lá, que isto foi forte! Só tu... só tu para me deixares assim! Com este sorriso idiota, com os lábios colados aos dentes sem conseguir fechar a boca. Fico com os maxilares presos de tensão...

- Tensão? Com ou sem ”n”? Eheh

- Não bates bem, tu... deixas-me assim, desvairada, desorientada, desassossegada e outras coisas terminadas em ada...

- És uma doida! Mas gosto tanto de te ver assim. Sorris com as pupilas. E nunca foges com o olhar.

- Ai... ainda não estou bem. Não sei se me falta o ar, se tenho ar a mais. Mas algo se passa aqui com o ar. Preciso de reaprender a respirar. Sinto-me drenada mas cheia de energia, exausta mas pronta para tudo. Que desvairo!
Encosta-te aqui a mim, deixa-me sentir o teu calor. Encaixa-te lá melhor, vá lá, anda lá com isso... Isso, é mesmo assim.

- Humm... lá estás tu com esse olhar irresistível. É impossível evitar. Tens sexo nos olhos, como é que uma pessoa se pode conter? Impossível!

-.-.-.-


- Ai o telefone, que chatice, toca sempre nestas alturas menos próprias... mas tenho de atender, pode ser uma urgência... “Tou? Ah, olá tudo bem? Eu estou óptima! Ah é? Não me digas...! Temos de combinar, então para nos contares tudo.... só um bocadinho que eu passo-lhe, ela tá mesmo aqui ao lado..."

Sofia, my precious, é o Fred para ti...


(Dedicated to the precious...)


TNT
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Segunda-feira, 7 de Maio de 2007

Ou há moralidade...

Tenho visto alguns posts em alguns blogs que se referem abertamente à minha forma de estar na vida. Ou melhor, referem-se aos relatos por mim expostos nos meus blogs (os conhecidos... este e o rosa).

Escandalizam-se com a minha sinceridade, chocam-se com o meu sentido prático, esgotam aquelas cabecinhas com questões que não compreendem.

E quando vamos consultar os perfis, verifico com tristeza que invariavelmentne andam ali pelo quarto de século.

Sei que a minha geração tem problemas com a moralidade. Que tem. Fomos muito à frente, ainda este fim-de-semana me disseram isso. É a geração dos excessos, das experiências, das loucuras e viagens. Do brilho, do divertimento, da lantejoula e da bola de espelhos. Da beleza, do sexo, das festas e da música. E eu, a tudo isto assisti, tudo isto acompanhei com honras de primeira fila e lugares vip.

Será então que esta geração morna dos 25 tem arcaboiço para se assumir como o bastião da moral? Qual moral? Qual ética? A do egoísmo? Do egocentrismo? Da avaliação numérica de princípios? What da fuck...?

Será que sou imoral porque me explico claramente e chamo aos meus domínios quem quero? Será, por oposição, moral andarmos a enganar-nos com tangas de jogos? Ou será que todos estes juízos de valor surgem de uma enorme dor de cotovelo, de uma inveja desmesurada acompanhada de uma nostalgia azeda de um passado que nunca tiveram? É que com esse tipo de abordagem, para além de não terem histórias fantásticas passadas como eu tenho, terão também um futuro ensombrado por tamanha amargura precoce... Ah pois é! E já agora umas rugas a mais também... em compensação, eu cá, tenho uma pele óptima de tanto me divertir!

Este texto é destinado a uma maioria. Felizmente que há excepções. Sei bem que as há! Conheço-as. Mas infelizmente a generalidade é assim: mal disposta, moralmente enjoativa, precocemente azeda e muito provavelmente, mal comida... E esta última, diz que é muito difícil de se ultrapassar! Diz que sim...

TNT
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