Quarta-feira, 20 de Maio de 2009

A professora de Espinho

Não tendo filhos, não me excluo da sensação de indignação e perplexidade provocada pela verborreia desconexa e a roçar a perfeita loucura desta senhora a quem todos nós pagamos o ordenado.

Não consigo classificar se o que me choca mais é o chorrilho de cariz sexual absolutamente despropositado e de exposição nada profissional, se a arrogância da sujeita ao sacar dos seus galões e pergaminhos perante a escolaridade dos pais dos seus alunos.

Num país em que abundam doutores e escasseiam técnicos, esta senhora que se auto-intitula de senhora doutora não saberá que doutores são médicos ou doutorados? Não saberá do alto da sua douta formação académica que “amiguíssimos” é uma palavra inexistente no vocabulário português?

Quando andava na faculdade (privada) tive um professor de Sociologia Geral e do Trabalho, um fascista de primeira água, que se irritava solenemente com a entrada tardia dos alunos num curso de horário pós-laboral. “Meus senhores” – dizia ele – “ou trabalham ou estudam!”. Ao que eu lhe respondi: “Pois é professor, mas depois quem é que lhe pagava o ordenado?”.

A arrogância dos medíocres foi coisa que sempre me revoltou as vísceras. Quem é realmente bom não precisa de expor frequentemente o seu valor. O valor grita muito mais alto do que qualquer argumento ou frase. Principalmente, quando os interlocutores têm 12 anos e pouca capacidade de resposta, como é natural!

Confesso que a conversa que conta a história do rompimento do seu hímen é assaz esclarecedora: a loucura é hereditária! Já a mãe da senhora era louca e o sangue foi mais forte que o percurso académico.

Que os professores falem de sexo nas aulas, não me choca nada. Que falem de sexo de forma completamente desconexa com linguados e afins à mistura, mete-me nojo e pena.

Bem sei que para além de lhe pagarmos o ordenado temos também de lhe pagar o internamento numa instituição psiquiátrica. Mas vá lá, é a bem da nação!
 

(ver reportagem) 

 

 

 

TNT

publicado por TNT às 16:18
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Terça-feira, 25 de Novembro de 2008

De volta....

Antes de mais, quero justificar a minha ausência da blogosfera.
Perdi a minha alma, a minha casa, o meu amor, fiquei sem emprego e sem capacidade para dizer fosse o que fosse, a não ser tristezas. E como este meu alter-ego – TNT – não se rege por tristezas, decidi escrever só quando recuperasse alguma das coisas que perdi. E creio que recuperei a vontade de escrever.

Dito isto, vamos falar de política!

Setôres – The sequel

aqui falei da minha opinião acerca dos professores e das suas manias de quererem tudo sem dar nada em troca. Todos dizem que querem ser avaliados e tal, mas todos recusam o modelo de avaliação. Como também já disse anteriormente, acho que os professores deveriam ser avaliados por auditores externos e sem contemplações. Mas, no fundo, no fundo, a minha opinião é que os professores gostam é de fazer manifestações para pularem e gritarem e cantarem e depois irem para os copos para o Bairro Alto que fica mesmo ali ao pé da "mánif".

BPN – A vergonha

Os senhores que têm passado pela administração deste banco – que mais parece um acampamento de ciganos no sentido mais pejorativo do termo – têm todos no seu CV a passagem por governos do actual Presidente da República. Ai que vergonha... uma pessoa tão séria, cheia de pergaminhos, que nunca se enganava e raramente tinha dúvidas. O que me leva a concluir que para se ser um competente burlão da banca, tem de se ter sido um competente burlão governamental. Quanto a isto, creio que não restam muitas dúvidas...

Que eles sejam todos presos para ver o que custa a vida, estou completamente de acordo. O que não concordo nada é que tenham sido salvos pelo Estado. Eh pá, isso é que me tira do sério! Subprime para aqui, crise mundial para ali e acabaram por ser integrados e salvos pelo actual governo. Mal, muito mal.

Acho que o BPN devia ir para o buraco infecto onde se enfiou. Acho, também, que os clientes deviam ter tido mais discernimento e, quanto mais não fosse, interrogarem-se porque é que este banco dava mais benefícios que todos os outros. Será que teriam melhores gestores que o resto do mundo? Hum... fraquinha a justificação. Já tivemos a experiência da D. Branca há uns anos, por isso, ninguém pode alegar desconhecimento de como se processam estas coisas.

O que eu sei é que depois do BPN, não me admirava nada ver à frente dos desígnios de outras entidades bancárias semi-obscuras, figuras como Santana Lopes, Fátima Felgueiras, Valentim Loureiro ou Alberto João Jardim.

A meu ver, qualquer um deles preenche os requisitos necessários...

 

TNT
 

publicado por TNT às 14:25
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Sábado, 8 de Março de 2008

Setôr? Tenho umas dúvidas...

Estou farta da conversa em torno dos professores... e agora apetece-me desabafar um bocadinho. Provavelmente vou ferir algumas susceptibilidades, mas o que seria da vida sem emoção?

Os professores têm um ministério a trabalhar para eles que lhes arranja e garante emprego até à idade da reforma. Eu não!

Os professores, para além do ministério garantido, têm ainda sindicatos que os protegem com unhas e dentes de toda e qualquer eventualidade, a não ser que se droguem na sala de aula ou abusem sexualmente dos alunos nas instalações escolares. Eu não!

E para completar o quadro, ainda têm associações formadas com o objectivo de os alertar para as injustiças a que são sujeitos. Eu não!

Os professores não querem ser avaliados da forma como o ministério entende. Não sei se já referi, mas é o dito ministério que lhes arranjou e lhes mantém o posto de trabalho.
Ah , ok... já tinha referido...
Não concordo com o sistema de avaliação. Acho que os professores devem ser sujeitos a auditorias exteriores exercidas por entidades privadas e sem a menor contemplação. Nada de graxas, nada de antiguidades. Apenas competência e mérito...
Hum, isto assim torna-se mais complicado, não é?

Todos nós passámos por professores desmotivadores que até nos convenceram que éramos maus naquela dita cadeira. Pois é... o Einstein também chumbou a matemática. Seria culpa dele ou do quadrúpede do professor?

Nunca trabalhei para o Estado e o único vínculo que tenho com esta entidade, é fiscal. Ou seja, pago os ordenados dos professores, e já agora também pago os dos polícias destacados para servirem de babás aos ditos. E dos que andaram a fazer interrogatórios manhosos nas escolas. Não há telefones ou mails? Não sabem que quem trata dos assuntos dos professores são os sindicatos? Eles têm, obviamente, mais que fazer... iam agora preocupar-se com essas coisas, quando têm um serviço de secretariado?

Que me lembre, nunca vi os professores satisfeitos com o ministério da altura. Os ministérios são sempre uns déspotas, uns fascistas, uns prepotentes. E os professores são sempre uns desgraçados, uns incompreendidos, umas vítimas do sistema.

Se calhar, se experimentassem trabalhar no sector privado sem ministérios a arranjar-lhes emprego mal saem da faculdade, sem sindicatos para os protegerem das horas a mais, e sem associações para os alertarem para os “síndromas calimeros”, talvez se dedicassem mais à causa.... que isto a vida não está para graças! E muito menos para perder sábados em manifestações.

Sábado, vou passá-lo a trabalhar. E nem quero pensar em sair de casa. Porque vou ter 40.000 inúteis a passearem-se nas ruas da minha cidade, vindos de todo o país, a entupir o trânsito, gritando palavras de ordem...

A meu ver falta-lhes brio profissional, espírito de missão e um valor essencial: gratidão. O emprego deve ser visto como um privilégio e não como um dado adquirido.
E meus caros “setôres”, quem está mal, muda-se! Nunca ouviram dizer...? (perguntem aos vossos colegas da disciplina de Português)

TNT
publicado por TNT às 01:03
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