Sexta-feira, 3 de Abril de 2009

Pesquisa Sentimental

Na minha quase ofegante busca por respostas sobre o comportamento masculino, observo as criaturas Y com aspirações científicas. Em vão. Quando acho que começo a chegar a alguma conclusão útil, eis que o universo masculino me prega mais uma partida.

Ao percorrer as páginas do “Pesquisa Sentimental” apercebo-me que está tudo ali. De repente, fez-se luz. Finalmente uma abordagem coerente e iluminada. Não, os homens não são todos iguais. Os homens que pensam, são iguais nas suas dúvidas e nas suas angústias. Não percebem é o seu novo papel. Não conseguiram digeri-lo ainda. Não sabem quem são. E a culpa é, claramente, das mulheres. Que evoluíram, as grande rameiras…!

“O problema é que as mulheres já não são o que eram; e nós continuamos na mesma. – Gil às vezes fica pensativo, filosófico.” Sem dizer, diz tudo. O Gil é o elemento que equilibra. Entre os dramas e a quase tóxica necessidade de compreender de Alexandre e as pérolas limitadas de Artur, Gil é o fio-de-prumo.

Artur é o idiota que ainda não percebeu que as mulheres mudaram. O papel da mulher é absolutamente limitado pelas suas próprias limitações masculinas. Aliás, um gajo que diz - “Vais largar a tua mulher por causa duma gaja que te faz um broche, mal te conhece? (…)  Não te percebo. Tens uma mulher impecável. E depois tens as gajas. Não há nada de mal nisso. Sempre foi assim, sempre há-de ser.” – será digno de salvação dos seus demónios?

O “Pesquisa Sentimental” tem sido uma viagem salivante pela mente masculina. Não que eu não soubesse já algumas das verdades lidas. A questão é que finalmente foram verbalizadas por um homem. Finalmente, houve um homem que se chegou à frente.

E tenho a sorte e o privilégio de ele fazer parte da minha vida. Obrigada
 

TNT

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Sábado, 28 de Março de 2009

Os mal-entendidos

Tenho uma amiga que diz que os males dos mundo surgem, na sua maioria, por causa de mal-entendidos. Poderá ter razão, mas eu acrescentaria que é preciso vontade para dar o braço a torcer e admitir que poderemos ser a origem dos mal-entendidos.


Nas relações – sejam emocionais, sociais ou profissionais – é preciso estarmos sempre atentos, não só aos erros dos outros, mas também aos nossos. E embora tenhamos quase a certeza de que estamos certos, não devemos ter sempre certezas absolutas como aquele senhor que nunca errava e raramente tinha dúvidas.


Eu, não sendo a pessoa mais paciente deste mundo, faço-me rodear de pessoas sensatas que me abrem os olhos quando a teimosia e o orgulho me impelem a ver apenas numa direcção.


Pedir desculpas pode ser um acto de uma nobreza enorme. Mas não pode ser sistema. Que isto de andar sempre a fazer merda e depois pedir perdão, pode ser muito giro para as religiões, mas para o dia-a-dia, vão-se mas é catar!


As pessoas devem pensar primeiro e só depois falar. Devem pensar antes de fazer. Devem pensar. Que é uma das poucas capacidades que nos distinguem dos animais.


TNT
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Quarta-feira, 4 de Março de 2009

As vidas de uma mulher

As meninas têm por hábito começar a namorar mais cedo que os rapazes. Eles só pensam em jogar à bola/playstation/correr feitos estúpidos/…, enquanto que elas pensam que vão casar aos 15 anos com os seus príncipes encantados por causa da literatura Danielle Steel e dos filmes manhosos de domingo à tarde da TVI que consomem.


Consequentemente, arranjam sempre uns namorados mais velhos do que elas porque não têm outra hipótese. Apaixonam-se, constroem castelos e acham que é para toda a vida…
Pois, não é! Há umas que percebem que afinal aquilo apenas é o princípio de uma jornada. Outras ficam com os seus amores da secundária durante anos e anos. E perdem tudo o que a vida tem para lhes dar nessas idades. E que depois irão tentar recuperar fora de horas...


A adolescência/pré-adulta deve ser uma idade de experimentação. Nada de namoros prolongados. Nada de dramas ou sofrimentos. Experimentar e seguir para outra deve ser o caminho a traçar. Afinal, a fase 15-25 não tem comparação com nenhuma outra em termos de inconsciência, energia, curiosidade ou hormonas aos saltos. É a fase de aprendizagem onde se apreende algo do que se quer e, sobretudo, do que não se quer.


Dos 25 em diante, a coisa começa a clarificar-se e inicia-se o tal desejo de constituir família. Meninas, quando esta fase começar, sentem-se muito sossegadinhas porque acaba por passar! Àquelas que não conseguiram ficar sossegadas, paciência. Também, o mundo tem de ser povoado e as empresas de catering têm de ganhar algum com os casórios.


Chegando aos 30 e picos a vida fica clarinha que nem cristal! Percebe-se que afinal aquele gajo não era bem o que se queria e que as crias só ocupam espaço e tempo. O sexo não é o mesmo e muito menos com a mesma frequência, o tempo de lazer não existe, as horas de sono são uma lembrança longínqua e as contas dos colégios, uma constante mensal! As mulheres começam a acordar e a perceber que a vida tem de ser mais do que aquilo.


Quando se aproximam dos 40 voltam à adolescência no que toca à excitação. Agora com outra sapiência, paciência e ciência. A vontade de experimentar outras coisas mais interessantes torna-se irresistível. O apelo da carne tenrinha é um canto de sereia. O sexo é imperativo a par com o divertimento. A diferença em relação à adolescência é que já não há secundária, nem borbulhas, nem dramas. Selecciona-se o que é bom e esquece-se o que não interessa.


E como diz uma amiga minha “Se não me lembro é porque não aconteceu!”

 

TNT
 

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Sábado, 10 de Janeiro de 2009

The Return of...

- Oh darling, I’m such a bitch...
- I know… that’s why I simply adore you.
- Hummm… how irresistibly flirtaceous. Let’s role play then. Shall I be your nurse?
- Ohhhhhh, I’m feeling so enormously sick.
- Let me check your temperature… Hum, quite high… Allow me to undress your shirt. Only to make sure…
- You’re right. You’re such a bitch. But I simply adore you, what can I do?

 

TNT

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Quarta-feira, 31 de Outubro de 2007

Porque é que as relações acabam?

A questão principal será tentar perceber como começam, com que base, com que estrutura, com que regras...

Por muito frio ou feio que isto pareça, as relações são contratos. Com cláusulas específicas, definidas por cada um dos outorgantes. Quando estas cláusulas são desrespeitadas, começa o fim.

Aparentemente parece simples! Eu mostro o meu contrato com as minhas cláusulas, o outro faz o mesmo, encontram-se todas as exigências e faz-se um contrato mútuo que aos dois agrade. Ambos concordam com as regras e ambos estão dispostos a cumpri-las. Nada mais fácil, não é? Nah!...

Feliz ou infelizmente – dependendo do ponto de vista – o ser humano é rebelde. Inconformista. Dado à mudança. E como tal, não consegue viver muito tempo com regras. Ainda que, estas tenham sido estabelecidas por si ou com o seu acordo prévio.

Existem aquelas regras básicas das relações que por uma razão de lógica nem precisariam entrar nos contratos. Mas, pelo sim, pelo não, é melhor incluí-las... não vá a outra parte achar “... ah e tal... não consta no contrato que não posso dar umas voltinhas por fora, por isso vou aproveitar...”. Vá lá, ó amigo, tenhamos termos...

Temos de ser honestos!

Embora pareça mal impormos e expormos todas as nossas regras e todos os factores, que do nosso ponto de vista, possam prejudicar o bem-estar da relação, é fundamental que o façamos. Explicarmos muito bem para que o outro outorgante entenda, é poupança de chatices futuras e quem sabe, de uma separação mais dolorosa, com o corte ao meio daquele CD especial com as músicas do coração de ambos, expropriação dos locais onde ambos foram felizes, divisão dos grãos de areia da praia onde passaram aquela tarde especial.

As relações só acabam porque uma das partes se esqueceu do contrato. E quando assim é, é porque já não existe interesse em cumpri-lo. E o melhor é deixar ir a parte (des)interessada... ficando nós, apenas com o sabor do dever cumprido.

TNT
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Segunda-feira, 29 de Outubro de 2007

Tem troco?

As relações são mercantilistas e vivem das trocas.
Das trocas de afecto, de dedicação, de atenção, de dinheiro, de orgulho, de tempo, e de tantas outras coisas e coisinhas que todos os dias nos assolam.

Dizia-me uma amiga, a propósito da ingratidão, que tudo fez por um irmão e que ele – que é um animal, diga-se de passagem! – disse que não precisava dela para nada, etc. Enfim... família a gente não escolhe, mas felizmente podemos escolher todas as outras pessoas que nos rodeiam. Das amizades aos amores, creio que temos de ser criteriosos, selectivos e cuidadosos nas nossas escolhas.

Senão, vejamos...
Em tempos, um rapaz muito criativo (leia-se preguiçoso) passava a vida a tentar criar um objecto de entretenimento e por isso não poderia trabalhar porque tinha de estar completamente focado na coisa. A namorada, compreensiva (leia-se tonta) com esta situação temporária, sustentava todos os caprichos da criatura, não fosse a privação de algo, toldar-lhe o génio e a visão. Quando ela percebeu que ele afinal era um grandessíssimo oportunista e preguiçoso, cortou-lhe as vazas. A partir daí, ela passou a ser uma megera nas conversas dele com os amigos. Há que referir que esta mama durou quase um ano... Uma megera, de facto!

Outro rapaz, com namorada fixa, decide comprar uma casa, contando que ela fosse para lá viver e assim partilharem o espaço e respectivas despesas. A rapariga, que era ainda uma miúda, pressentindo o perigo do compromisso que teria de assumir, pôs-se a léguas e o rapazinho acabou por ficar agarrado... mas não por muito tempo. Em breve, arranjaria outra namorada – esta com casa própria – e tratou logo de despachar a casa anterior. E agora pensamos nós: obviamente que passou a rachar as despesas com a namorada recente... Deves! O condomínio começou a ser-lhe um fardo depois de ela muito insistir – e chatearem-se – em que ele teria de participar em algumas responsabilidades financeiras. Entretanto, esta relação acabou e ele já arranjou outra rapariga com casa própria. Novos cenários, mesma atitude...

Há pessoas que só dão e outras que só recebem. É a simbiose perfeita até alguém se aperceber que as coisas já passaram os limites e que também precisam de receber um bocadinho. E quando acordam, invariavelmente vêem que foram abusados e ficam com um travo amargo na garganta. Uma coisa é simbiose, outra muito diferente, é parasitismo! Fazem ambas parte do rol de relações, mas distinguem-se de forma peremptória e assustadora!

O ideal será darmos tudo o que pudermos, sabendo que a outra pessoa está com o mesmo espírito de dádiva e partilha. Lógico que nem sempre temos disponibilidade para darmos tudo o que gostaríamos – desde afectos a tempo, de dinheiro a dedicação – mas têm de ser fases de vida, e não sistema de vida.

Porque quem dá, também gosta de receber. E quem recebe, deveria experimentar dar.
Às vezes, sabe mesmo bem!

TNT
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Segunda-feira, 22 de Outubro de 2007

Mais vale prevenir...

Já por várias vezes – não muitas, mas mais do que gostaria – apanhei tipos que faziam parte das vidas de amigas minhas, em flagra. E mesmo sem os apanhar em flagra, apanhei-os em telefonemas, olhares cúmplices, armados ao pingarelho e outras actividades de foro “ilícito”... Falo de tipos que não correspondem minimamente aos requisitos sexuais exigidos pelas mulheres e que por isso, se calhar, andam atrás de pitinhas, assistentes e outras tontinhas que ficam encantadas com a falta de encanto.

Fui jantar com uma amiga que me diz que o namorado tinha ido jantar com uma amiga da faculdade, que ela estava cá e que ia ficar em casa dele no fim-de-semana e tal. Não liguei grande coisa à questão até a questão se ter tornado algo questionável. Foram ter connosco depois de jantar e quando eu vi a amiga em acção percebo que tem escrito na testa em néons encandeantes “Comam-me! E rapidinho que isto tá mesmo difícil!”

Com alguma habilidade e paninhos quentes, digo que ela me faz lembrar uma mulher específica... para ver se ela percebia. (Esta mulher que referi é daquelas que é sempre muito amiga dos gajos todos – comprometidos ou não - e anda sempre a papá-los, mas é uma gaja do caraças, amiga do seu amigo e acima de tudo amiga dela própria!). A minha amiga não ligou nenhuma ao meu aviso velado. Enquanto isso, a outra fazia crescer a peitaça, rindo-se sempre muito e muito divertida e descontraída e simpática e cheia de vontade de se ir deitar mais cedo!

Tive de me chegar à frente e dizer à minha amiga... “Ah e tal, se calhar era melhor ele ir dormir a tua casa neste fim-de-semana. A rapariga ficava mais à vontade lá em casa e já podia levar companhia, que bem parece precisar...!” Acho que foi neste momento que se fez luz e que viu que às vezes o perigo está mesmo à nossa frente e compete-nos dar uma ajudinha para evitar males maiores.

Não podemos sempre contar com a ajuda celeste! Ou contar com a seriedade e honestidade dos moçoilos! Aliás, sou capaz de acreditar mais em intervenções divinas do que nos ditos cujos, mas adiante...

O que pretendo dizer é que temos de nos dedicar à nossa relação, fazermos com que esta, por mais tempo que dure, seja repleta de emoção e aventura. Ah é verdade... e estarmos atentos, muito atentos, porque o perigo espreita em todas as escarpas. E sim, todos nós já fomos caçadores e presas. E não convém esquecer que quem está connosco pode voltar a sê-lo a qualquer momento.

TNT

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Terça-feira, 9 de Outubro de 2007

O peso das palavras

Quando se diz algo importante a alguém temos de ver que estamos em Portugal. E que as palavras têm pesos diferentes em diferentes línguas. Dizer “Te Amo” em brasileiro, não tem muita importância. Dizer “I Love you” em inglês tem a mesma importância do que se dissermos de uma saia nova. Porém, dizer em português que se ama alguém, temos de convir que a coisa custa a sair. E para sair – na maioria dos casos – é mesmo verdade!

As palavras – pelo menos para as mulheres – têm imensa importância. Na generalidade, as mulheres alimentam as suas emoções de palavras. De palavras ouvidas. De palavras lidas. De palavras escritas. E acima de tudo, de palavras sentidas.

Há homens que utilizam sempre as mesmas palavras para mulheres diferentes. Acham que assim têm sorte. E acredito que tenham, até ao dia em que elas descobrem que afinal são uma mera repetição que perdura desde a adolescência. Dizem que são nossos para sempre, chamam principezza à mulher e à amante que é para não haver confusão, dizem que querem ter um filho nosso... enfim balelas!

Depois há os que dizem que finalmente tiveram uma epifania connosco, que não tinham a noção do que era uma relação verdadeira e que de repente viram a luz e praticamente querem converter-se a esta nova corrente em busca da verdade e da essência. Descobrem é sempre uma nova luz na nova relação. Não sei como não ficam encandeados com tanto brilho! Ah! Deve ser porque a luz da relação anterior, de repente, se transforma em trevas.

De minimais repetitivos aos ofuscados, passando pelos dissimulados e iludidos, todos eles enganam e acima de tudo, enganam-se. Escorregam nas palavras do amor como se de dejectos caninos se tratassem.

E depois admiram-se que as coisas comecem a cheirar mal!

TNT
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Sexta-feira, 7 de Setembro de 2007

Tic Tac... Tic Tac...

Hoje ao jantar o meu petiz conta-me uma história de uma ex-namorada que queria ter filhos e tal, quando eles estavam juntos. Dizia que o relógio biológico estava em contagem decrescente e tic-tac, tic-tac...

Atendendo a que o meu petiz é mesmo um petiz e que a ex-namorada teria andado na faculdade com ele, assumi que fosse de tenra idade, o que torna a situação ainda mais bizarra. Será que os relógios biológicos começam a dar um arzinho da sua graça aos 23 anos? Ou serão gases?? Inclino-me mais para os gases, confesso...!

As miúdas de hoje bebem muita coca-cola – essa água suja do imperialismo americano! – ficam com muita flatulência e depois pensam que é vontade de ter filhos!

Confesso que esta conversa me faz confusão e embora nunca tenha sentido nem ouvido essa máquina de precisão dentro de mim, estou fartinha de ouvir histórias semelhantes. Mas que raio será esta história do relógio, que só eu é que não sinto? Chego depois à conclusão que se calhar não estou sozinha neste campo. A diferença é que não preciso de dizer estas coisas para parecer mais sensível, menos egoísta ou mais nobre de sentimentos.

Utilizar-se a ideia da maternidade como camuflagem para outro tipo de falhas causa-me náuseas. Ser politicamente correcta com um assunto tão delicado, é coisa que não me assiste e dizer que quero ser mãe só porque fica bem aos olhos do respectivo, muito menos!

Por isso, aconselho a beberem bebidas com menos gás, porque para além da flatulência que provoca, que já de si é desagradável, poderão ser o motivo de algumas flutuações cerebrais.

TNT
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Quarta-feira, 22 de Agosto de 2007

Bem-me-quer... Mal-me-quer...

Sou uma pessoa gostável.
Apesar de não ser o cúmulo da simpatia, as pessoas têm tendência para me achar graça. A mim e às minhas histórias, que conto com algum prazer e confesso, com alguma cor e brilho, o que mantém o interesse dos convivas.

Há porém quatro grupos de pessoas que dificilmente me suportam e com as quais tenho grandes dificuldades de relacionamento:

•       as amigas dos meus namorados;
•       as namoradas dos meus amigos;
•       as ex dos meus actuais namorados; e
•       as actuais namoradas dos meus ex.

Obviamente que há excepções - raras! - mas a grande maioria manifesta-se sempre, e de forma muito pouco elegante.

Se repararmos bem, todos estes grupos andam à volta do mesmo tema. O que me leva a concluir que estes grupos - doravante denominados de G4 - receiam a minha influência/ascendência/persuasão/opinião e afins.

O G4 vai tentando minar, drenar, enfraquecer e pulverizar a minha presença nas vidas das alegadas vítimas das minhas loucuras. Uns têm êxito, outros nem por isso.

Aos primeiros, os meus parabéns ao G4, aos segundos, os meus parabéns às alegadas vítimas. Todos devem ser congratulados pelos seus sucessos - sejam por conseguir convencer ou por conseguir resistir.

Na minha opinião sempre fui a favor da Resistência... mas isso sou eu, que tenho ideais estranhos para a época!

TNT
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