Sexta-feira, 27 de Janeiro de 2012

A Arte da Guerra

À Sra. Canavilhas, ao Sr. Tozé Brito, à SPA, à GDA, à AGECOP e restante pandilha

Estávamos em 1989 quando comecei a trabalhar em publicidade. Era copy writer. Até cheguei a ganhar um prémio ou outro. Trabalhava horas a fio e ganhava razoavelmente bem. A minha entidade patronal recompensava o meu esforço, mas a SPA não. Sempre desconfiei deste tipo de empresas/sociedades/cooperativas onde não se percebe exactamente quem faz o quê e para onde vai o dinheiro. A SPA é uma máquina de triturar dinheiro como são outros institutos congéneres. Habituei-me. Sou portuguesa com muito orgulho, mas sei que há sempre polvos neste país que se sabem movimentar muito bem independentemente da cor dos governos. São escorregadios, ubíquos e gente que se deve evitar a todo o custo. E tentei sempre evitá-los. Até hoje.

Dizem estes senhores que devo pagar uma taxa quando adquiro suportes de armazenamento. Insurjo-me da mesma forma como me insurgiria se chegassem aqui a casa e tentassem assaltar-me. Porém, n'A Arte da Guerra - Sun Tzu, livro milenar sobre estratégia militar - ensina-se que devemos lutar com as mesmas armas e a um nível superior do inimigo. Para caçar pardais, usamos fisgas ou pressões de ar. Para caçar veados – não vejam isto como uma ofensa às vossas orientações sexuais – usa-se uma caçadeira. E para caçar escroques? Bom, parece que os próprios se deixam caçar pela sua incomensurável ganância.

A SPA publicou um comunicado onde enunciava o abaixo-assinado de mais de uma centena de autores. Horas depois, um dos supostos assinantes, António Pinho Vargas, após ter sido interpelado acerca da sua participação nesta lei obscena, diz abertamente que não foi contactado pela SPA para o fazer e que não assinou nada.

Gabo-lhe a coragem. Outros há, que mesmo vendo lá falsamente os seus nomes, não se arriscam por recearem represálias. Gabo também a coragem dos primeiros artistas a manifestarem-se contra esta proposta de lei ainda antes do dito abaixo-assinado.

As redes sociais começaram a funcionar. As pessoas começaram a partilhar. As pessoas perceberam que lhes estavam novamente a ir aos bolsos. E a tal orquestra de que os senhores falam começou a afinar. Sem maestros. Porque hoje as coisas mudaram. As pessoas comuns têm voz e não precisam que lhes indiquem o caminho. As pessoas comuns têm acesso à informação e já não são enganadas com a facilidade de outros tempos. E quando tentam amordaçar as pessoas comuns, elas revoltam-se.

 

Vocês têm grandes agências de comunicação pagas a peso de ouro – com o dinheiro dos vossos cooperantes – e não é à toa que apresentam passivos obscenos.

 

As pessoas comuns têm a razão e a Internet, meus caros! E a razão e a Internet, mesmo sendo de baixo custo, são muitíssimo mais poderosas que o polvo... que se quer é 'à Lagareiro'.


Não ameacem as pessoas comuns. Porque aquilo que nos diferencia é que nós temos razão. Ah, e já agora, e à laia de rapariga reguila que sou, há mais uma diferença… nós temos a vossa morada.

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Quinta-feira, 28 de Abril de 2011

Thursday bloody Thursday

Já passou uma semana, já estou mais calma, já posso falar nisto.
Os tempos que passei lá fora a lutar pela vida com uma garrafa de Macieira – mentira, eu bebo vodka, desculpem – tornaram-me mais patriota. Sempre defendi o meu país de uma forma quase encantatória. Quem não era português até ficava com vontade de o ser.

Na quinta-feira passada tive vergonha de ser portuguesa. Tive vergonha do meu país. Tive vergonha dos portugueses.

O governo deu tolerância de ponto. Mal, no meu ponto de vista. O fim-de-semana já era suficientemente grande, não havia necessidade de mais uma tarde. E os portugueses que bramam diariamente contra o governo, Sócrates, políticos, política, deputados e tudo o que possa representar os poderes instituídos, alaram com uma pinta que era vê-los em filinha a caminho dos Allgarves.

Se protestam tanto contra as medidas do governo, deviam ter ficado a trabalhar. Isso sim, era uma estalada na corja!

 

Mas que raio de gente é esta? Acham que os protestos se devem ficar pelo Facebook? Pois, um clique aqui e uma petição ali é fácil, não é?

Tolerância de ponto não significa feriado. Não é obrigatoriedade de não se pôr os cotos no emprego. Tolerância de ponto significa não se ser penalizado, caso não se vá trabalhar.

Se TODOS tivessem ficado nos seus postos de trabalho mostravam aos governantes de que massa se faz um português. Era um protesto à séria, um exemplo de integridade e consciência da situação do país. Era um grito de revolta. Era um alerta vermelho para os senhores do FMI que vão decidir os nossos desígnios nos próximos anos. Era como afirmar ‘Nós não somos quem nos governa. Somos melhores’.

Mas na realidade não somos. Nós somos quem nos governa. Somos iguais. E temos aquilo que merecemos. Nem mais, nem menos.

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Quarta-feira, 29 de Dezembro de 2010

Ensitel assim a dar para o lamechas

Já muito se tem falado sobre o caso Maria João Nogueira/Ensitel. Só se estiveram nos últimos dias debaixo de uma pedra é que não sabem o que se passa. Se for esse o caso façam o favor de ver aqui, aqui ou aqui. Os protestos multiplicam-se, as manifestações de solidariedade crescem como cogumelos. Não há muito mais a dizer a não ser sublinhar novamente que aqueles senhores deveriam contratar a mais profissional agência de comunicação para os assessorar. Se bem que desta já não se safam. Sempre que alguém passar por uma loja Ensitel por muitos e longos anos vai pensar duas vezes antes de entrar.

Resumindo, já não me apetece falar destes senhores. Vou falar da senhora em questão que fez despoletar o maior movimento de que há memória e que já é um case study no que às técnicas de comunicação diz respeito.

O pessoal dos blogs conhece a Jonasnuts. Eu conheço a Jonas. Foi minha chefe durante um ano e picos. Neste momento já não é, porque eu mudei de função, mas continua a ser a minha companhia diária no fumatório.

Há uns tempos, estávamos nós em reunião, o meu telefone tocou. Vi que era a minha mãe e saí da sala para atender. A minha mãe, que estava no Alentejo por causa do estado crítico de saúde de uma irmã dela, informa-me que a minha tia tinha acabado de morrer. Troquei mais uma ou duas frases, desliguei o telefone e voltei para a sala.

A Jonas percebeu que algo se passava e quando a reunião terminou perguntou-me “Passa-se alguma coisa?”. Contei-lhe o sucedido e a resposta imediata foi: “E o que é que ainda estás aqui a fazer? Vai-te embora, a tua mãe precisa de ti.”.

Eu não lhe tinha pedido nada. Não precisei.

Esta é a Jonas que eu conheço. É a Jonas que está sempre pronta a lutar pelos seus ‘meninos’, pela sua equipa. Que se indigna e dá voz a quem não a tem. Que defende com unhas e dentes as equipas que lidera.

E esta é a Jonas que está a ser intimada por uns tubarões para remover os posts do seu blog.

Há umas horas, no Facebook, uma amiga minha de longa data observou que não me queria ter por inimiga por causa da campanha que eu persisto em fazer a favor da Jonas. Aqui está a explicação. Estou apenas, e dentro das minhas possibilidades, a retribuir um pouco o que a Jonas faz diariamente.

Só espero que ela não leia este post, porque sei que não iria gostar de ver expostas as suas facetas mais gritantes: humanidade e justiça.

E pronto… tenho dito!

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Quinta-feira, 23 de Dezembro de 2010

O enrabanço da EDP

Ontem à noite, vi na SIC Notícias o senhor da ERSE que exigia que os ‘custos de interesse económico geral’ viessem discriminados na factura da EDP.

Se mal me pergunte… para quê? Posso não pagar se não concordar? Claro que não. Pago na mesma ficando apenas informada sobre todos os passinhos.

Isto é um bocado como estarmos a ser enrabados, mas vão-nos informando das várias etapas: “agora estamos a afastar-lhe as nádegas... em seguida vamos passar um pouco de lubrificante... depois vai ser mesmo a doer...”

Com descrição o sofrimento é menor?

publicado por TNT às 12:24
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Quinta-feira, 8 de Outubro de 2009

Importa-se de repetir?? - II

Sousa Cintra no seu melhor:

 

“Pedro Santana Lopes é o melhor presidente da Câmara de Lisboa desde o Marquês de Pombal”

 

sinto-me:
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Quinta-feira, 10 de Setembro de 2009

O jornalinho da Manuela Moura Guedes

Já estou um bocado farta da conversa do jornal da TVI e da Manuela Moura Guedes.

Que toda a gente normal detestava o jornal de sexta-feira e daquela frase de abertura absolutamente prepotente “Boa Noite! Eu sou a Manuela Moura Guedes e este é o Jornal Nacional” ninguém pode negar. Que as pessoas já enfiavam nas suas orações o pedido sublimado para que aquilo acabasse rapidamente e que acabasse rapidamente o sofrimento de toda a gente que era obrigada a trabalhar com a apresentadora, também acredito. E que as noites de sexta-feira estão mais limpas também acredito.

 

O que eu não acredito é que aqueles que a detestam e detestam o seu jornal e linha editorial – e quando falo em linha editorial, peço perdão aos meus antigos professores de jornalismo pela heresia – defendam a situação como se a coisa tivesse algum tipo de qualidade. Até deviam estar a rezar a todos os santinhos por ela não poder continuar a envergonhar a classe.

Das várias opiniões mais esclarecidas que tenho ouvido contra a senhora em questão é que ela não pode e não deve, enquanto pivô de um jornal televisivo, emitir opiniões.

Não estou completamente de acordo...

 

Por esse mundo civilizado fora existem vários telejornais diários com modelos editoriais. Até em Portugal existe! Pasmem! O que se passa é que os apresentadores destes jornais são pessoas que eu podia apresentar à minha avozinha que já lá está sem ela me dizer “minha querida, cuidado com as companhias...”.

O Jornal das Nove da Sic Notícias é disso exemplo. Eu podia perfeitamente levar o Mário Crespo a conhecer a minha avozinha. Que o jornal apresentado por este senhor não tem as audiências dos jornais da TVI também é verdade. Porque a ele faltam-lhe algumas características que a D. Manuela Moura Guedes tem: a histeria, a má-criação, o semblante enlouquecido e, já agora, para ser má-língua, uma série de plásticas mal sucedidas e umas injecções de Botox.

Quanto à decisão daquele programa ser retirado da grelha: eu não sou vossa secretária e por isso não vou fazer o trabalhinho de casa a não ser que me paguem, que isto a vida não está para graças e borlas. Mas vão lá aos arquivos ver o que se passou quando a Prisa negociou a compra da Media Capital ao Miguel Pais do Amaral. (Ah, é verdade, Pais é com i e o senhor já o disse diversas vezes). Qual foi a primeira medida que os espanhóis tomaram? Alguém se lembra?

Eu até me lembro, mas sou suspeita por ser colaboradora do Grupo. Mas será que mais ninguém se lembra? Ou não dá jeito?

T.P.C.: Pensar por nós e questionar o que nos dão a comer.
 

TNT

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Segunda-feira, 22 de Junho de 2009

Ao Sr. Presidente do Irão

Serve este edital para avisar o Sr. Mahmoud Ahmadinejad que, para evitar confusões pós-eleitorais, deverá dirigir-se à sede de um clube desportivo em Lisboa conhecido como Glorioso e aconselhar-se com o Sr. Luís Filipe Vieira. Ele dar-lhe-á todas as indicações e um manual à medida e “chave-na-mão” de como evitar problemas eleitorais, arrasando a potencial concorrência mesmo antes das eleições.

 

Aguarda-se a sua visita e de outros eventuais ditadores líderes governamentais.

 

TNT

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Quarta-feira, 20 de Maio de 2009

A professora de Espinho

Não tendo filhos, não me excluo da sensação de indignação e perplexidade provocada pela verborreia desconexa e a roçar a perfeita loucura desta senhora a quem todos nós pagamos o ordenado.

Não consigo classificar se o que me choca mais é o chorrilho de cariz sexual absolutamente despropositado e de exposição nada profissional, se a arrogância da sujeita ao sacar dos seus galões e pergaminhos perante a escolaridade dos pais dos seus alunos.

Num país em que abundam doutores e escasseiam técnicos, esta senhora que se auto-intitula de senhora doutora não saberá que doutores são médicos ou doutorados? Não saberá do alto da sua douta formação académica que “amiguíssimos” é uma palavra inexistente no vocabulário português?

Quando andava na faculdade (privada) tive um professor de Sociologia Geral e do Trabalho, um fascista de primeira água, que se irritava solenemente com a entrada tardia dos alunos num curso de horário pós-laboral. “Meus senhores” – dizia ele – “ou trabalham ou estudam!”. Ao que eu lhe respondi: “Pois é professor, mas depois quem é que lhe pagava o ordenado?”.

A arrogância dos medíocres foi coisa que sempre me revoltou as vísceras. Quem é realmente bom não precisa de expor frequentemente o seu valor. O valor grita muito mais alto do que qualquer argumento ou frase. Principalmente, quando os interlocutores têm 12 anos e pouca capacidade de resposta, como é natural!

Confesso que a conversa que conta a história do rompimento do seu hímen é assaz esclarecedora: a loucura é hereditária! Já a mãe da senhora era louca e o sangue foi mais forte que o percurso académico.

Que os professores falem de sexo nas aulas, não me choca nada. Que falem de sexo de forma completamente desconexa com linguados e afins à mistura, mete-me nojo e pena.

Bem sei que para além de lhe pagarmos o ordenado temos também de lhe pagar o internamento numa instituição psiquiátrica. Mas vá lá, é a bem da nação!
 

(ver reportagem) 

 

 

 

TNT

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Sexta-feira, 8 de Maio de 2009

Um currículo invejável?

gente que não merece o ar que respira.
E que ainda insiste em deixar descendência…

 

TNT

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Terça-feira, 30 de Dezembro de 2008

Prato do dia: Crise à Portuguesa

Bem que ouço falar da crise!
Bem que vejo todos os dias na Sic Notícias, economistas de renome a falarem de recessão.
Bem que leio aqui no éter sobre a malfadada crise.
Eh pá... mas saio à rua e não vejo nada disso! Serei eu que estou a ver o mundo ao contrário ou a crise não entrou nos lares dos portugueses?

Entre dia 1 e 25 de Dezembro foram levantados das caixas multibanco portuguesas uma média de 7 milhões de euros por hora! Sete milhões?? Por hora?? Está tudo doido?


Os voos para o Brasil, Caraíbas, Cabo Verde e Funchal esgotaram, bem como os hotéis, nestas férias de Natal. Os agentes de viagens estavam radiantes com o crescimento relativo ao ano passado. Pudera! Numa altura de crise anunciada, trocaram-lhes as voltas para melhor! Há sempre que contar com a inconsciência portuguesa...

Oh meus amigos... será que só eu é que tenho visto e ouvido as notícias sobre a recessão que se avizinha em 2009? Será que ninguém vê o que se está a passar nos EUA, a maior economia do mundo? Será que ninguém pensa numa poupançazita, não vá o diabo tecê-las? Ou será que os portugueses insistem em pedir empréstimos às cofidis desta terra para irem numas “férias merecidas” passar o fim-de-ano ao ritmo do samba?

Sei que os portugueses se queixam, pois vejo-os nas reportagens nos centros comerciais cheios de sacos de compras. A comprarem alarvemente e a queixarem-se... Sim, vi. Ninguém mais viu isto? Serei eu a única a ter tv, rádio, Internet e jornais?

O que é que se passa neste país inundado de novos-ricos que depois só comem sandes e latas de atum em casa? Mas têm grandes carros e andam com eles. E passam grandes férias no período de Natal. E oferecem grandes presentes aos miúdos para mostrar aos outros que estão bem na vida. Será que não percebem que os putos pequenos se estão completamente a borrifar se as calças são do Continente ou do Tommy? Se o casaco é do Feira Nova ou da Gant? Estão-se nas tintas! Já os paizinhos...

Este Natal gastei 1/5 do que gastei no ano passado em presentes. Achei que as pessoas iam perceber. Felizmente, as pessoas à minha volta perceberam. Não vejo é o povinho que se queixa diariamente, de médicos a professores, de pilotos a funcionários públicos, a gastarem menos do que no ano passado. Vejo-os a gastarem à parva e a queixarem-se. É o que vejo...

Mais uma vez pergunto... está tudo doido??
 

TNT

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