Terça-feira, 23 de Setembro de 2008

Dicionário obtuso...

intolerante


do Lat.  intolerante


adj. e s. 2 gén.,
que não é tolerante;
intransigente;
ríspido;
inflexível;
pessoa que não admite opiniões nem crenças contrárias às suas;
que se opõe aos princípios da liberdade.

publicado por TNT às 10:02
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Segunda-feira, 22 de Setembro de 2008

Between jobs

Quiting from honest to smart ass...

publicado por TNT às 14:51
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Segunda-feira, 7 de Julho de 2008

Os Edifícios Devolutos e as Amy Winehouse deste mundo...

Vou aqui abordar um tema que tenho evitado ao longo de anos por saber que tenho uma opinião algo radical. Mas a verdade é que estou completamente farta dos toxicodependendentes, drogados, agarrados, junkies e de tudo o que eles acarretam.

Ontem, como toda a gente sabe, houve um grande incêndio na baixa lisboeta. Por o assunto me tocar pessoalmente e por saber que a maior parte destes incêndios urbanos têm o seu início em faltas de cuidado na preparação das drogas de gente que habita edifícios devolutos, venho aqui mostrar a minha indignação.

Edifícios devolutos há em todos os grandes centros urbanos com tudo o que há de bom e mau em todas as grandes cidades. De Londres a Nova Iorque de Paris a Lisboa, todos quantos já viajaram, sabem que esta é uma realidade transversal que não olha a geografias.

Ontem foram accionados meios – bombeiros e polícia – com grande eficácia, e há que reconhecer o excelente trabalho dos profissionais a quem pagamos e dos outros que ainda têm mais valor por serem voluntários. Mas a verdade é que os prejuízos foram imensos, tanto materiais, como patrimoniais, como emocionais. E estes não há quem pague!

Estou farta de saber que todos quantos pagam impostos, contribuem para as salas de chuto, para os cuidados médicos dos toxicodependentes, para a distribuição de seringas. Estas contribuições não as podemos evitar. Que remédio! Temos um Estado sensível as estas causas, com preocupações sociais que me confundem....

No entanto, as pessoas acabam por contribuir para o flagelo social que é a droga ao dar a moedinha para o arrumador, ao comprar o telemóvel do amigo do amigo que arranjou sabe-se lá onde, ao comprar os discos e bilhetes dos concertos da Amy Winehouse que depois acaba por cair em palco, desrespeitando inteiramente quem lhe paga o ordenado e até chegando a agredir fisicamente quem lhe compra as casas e lhe paga as fianças do marido.

F*da-se!!! Estou farta de tantas regalias e privilégios!
Estou farta de tanta vitimização a dizerem que são doentinhos!
Estou farta que incendeiem edifícios impunemente!
Estou farta de os ver estendidos à minha porta e ter de pular por cima para entrar em casa!
Estou farta deles e do mal que provocam às suas famílias e do mal que espalham ao seu redor!
Estou farta! E sou radical ao ponto de dizer que só deveriam servir para adubo!

Desculpem o desabafo... mas ontem o calor das chamas chegou mesmo muito perto...
 

publicado por TNT às 16:48
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Quarta-feira, 26 de Março de 2008

Sic Mulher e os detergentes...

Ao ver a SIC Mulher reparo que em todos os intervalos comerciais a profusão de anúncios a detergentes é escandalosa. Em vários intervalos seguidos, apenas um anúncio não era de detergentes, mas de um shampoo...

Será que todas as pessoas que vêem a SIC Mulher se interessam assim tanto pela lavagem da roupa, pelo detergente que substitui 50 para a limpeza imaculada da cozinha e casa-de-banho, do milagre anti-gordura que apenas com uma gota acaba com as impurezas da loiça, ou das pastilhas que com poderes divinos recuperam excepcionalmente o brilho do cristal?

Será que os programas de media dos publicitários ou centrais de compras estão desta forma programados? Assim que se coloca a palavra mulher, esta é transformada em mil e um detergentes e um shampoo? Será assim tão limitada e redutora a visão dos iluminados da publicidade? Ou será que o papel da mulher se resume a ser uma fantástica fada do lar?

Ainda que o canal seja destinado a mulheres, todos sabemos que há milhares de homens a paparem a Oprah, o Dr. Phil ou o Querido Mudei a Casa. E mesmo que a maior percentagem seja de mulheres, não haverá outros produtos de igual interesse ao dos detergentes? Não haverá produtos tipicamente femininos para além dos milagres anti-gordura? Não haverá cremes, livros, filmes, até pensos higiénicos, obviamente destinados ao público feminino? Não haverá um raio de uma mulher informática a programar o raio dos programas de atribuição de publicidade?

Será que os crânios da publicidade julgam as mulheres como lavadeiras imparáveis? Será que é por causa disso que a maioria deles são divorciados, não sem antes terem levado com um valente par na testa?

Enfim... algumas matérias para reflectir...

Se alguém souber responder a estas questões do foro comercial-feminino-publicitário-etc, não se acanhe! Porque a mim, a coisa causa-me cá um nervoso miudinho que não vos digo nada!

TNT
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Domingo, 24 de Fevereiro de 2008

Os pecados mortais

Eu, pecadora me confesso!

Sofro de gula... imensa gula... seria feliz se passasse o dia inteiro a comer... já com 200 kg e a continuar no desassossego da comida! Mas não. Obrigo-me a resistir de forma a ter alguns prazeres do palato sem comprometer os dois dígitos na balança. Embora contrarie este pecado, a verdade é que ele existe dentro de mim e de que maneira!

A preguiça também me assalta de vez em quando. Sei que poderia fazer mais do que faço... mas não me apetece! Sei que há preguiçosos, bem mais preguiçosos que eu, mas devo dizer que quando a coisa me ataca, sou capaz de ficar numa astenia quase assustadora. E mais: consigo aliar os dois pecados de forma exemplar! Comer e dormir: muito bom!

Já muito se tem falado dos pecados mortais... pecados capitais... que nos lixam e de que maneira. Já se escreveram livros sobre o tema. Grandes filmes também já foram feitos. Porém, na vida real, vejo que existe pelo menos mais um pecado deste género que nos lixa e bem, e deixa os outros especialmente lixados. A honestidade...

A honestidade, em termos personalísticos, é muito mal vista nos dias que correm. É incomodativa. Causa transtorno. Provoca situações constrangedoras. É tramada para os cínicos. É insultuosa para os sonsos. É particularmente complicada para os hipócritas. E, consequentemente, bastante nefasta para os honestos.

Quando falo em honestidade, não me refiro necessariamente à praticada pelo Abe Lincoln que percorreu não sei quantos quilómetros para devolver uns quantos cêntimos enganados num troco. Falo da honestidade como pessoas. Da coerência e consistência. Da defesa de ideais. Da argumentação face às convicções. Da coragem da assunção.

No reino actual de sonsos e hipócritas a honestidade é um tremendo pecado. Da próxima vez que se faça um filme sobre o tema, proponho que “Eight” seja o título...

TNT
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Sexta-feira, 1 de Fevereiro de 2008

A arrogância dos ignorantes

Este país está minado de base por uma cambada de ignorantes com algum dinheiro, e que desta forma o conduzem. Os desígnios do nosso Portugal, na sua grande maioria, estão nas mãos de gente que não sabe como se faz e que, mais grave do que não saber, é não querer saber. Pensam que sabem, vão por intuição, põem-se a adivinhar e depois logo se vê. Este “depois-logo-se-vê”, expressão tão tipicamente ibérica, traz-nos muitos amargos de boca. Vejamos as seguintes situações:

Como sabem, toda a celeuma em torno da actividade pidesca anti-tabagista, surge maioritariamente porque a lei foi mal parida. É certo que não se pode fumar aqui e ali, porém, alguns locais poderão ser visitados por essa cambada de marginais que são os fumadores, se estes estiverem preparados com extractores eficazes de fumo. Erro! Os extractores de fumo não estão homologados pela legislação e o resultado é que os proprietários não vão arriscar a adquirir equipamentos que depois a pide/dgs do século XXI, mais conhecida por asae, poderá reprovar. Para além dos custos com o aparelhómetro, ainda teriam de pagar a multa. Notam aqui alguma incongruência, ou sou só eu?

Um amigo meu que é arquitecto está integrado numa equipa a concorrer para a concepção de um edifício público multi-usos. O briefing foi dado, o projecto começou a surgir, sem porém, terem todas as informações necessárias em termos de dimensões para cada área e exigências várias que a lei com certeza prevê. Digo eu que não se pode construir um consultório dentário sem uma sala de esterilização dos objectos. O clarão do óbvio é tão forte que chega a cegar. Ele, ao fazer tão descabidas perguntas, relativas às necessidades e exigências do espaço, é olhado de lado como se de um total absurdo se tratasse, querer saber como se fazem as coisas antes de as começarmos a fazer. O dono do atelier que tem a mania que sabe tudo, acha que a resposta está apenas na sensibilidade e bom-senso das pessoas e as leis que se lixem. Estão a ver o que vai acontecer a este concurso, ou sou só eu?

Quando trabalhava em Madrid, era responsável pelo marketing da empresa que em breve abriria portas em Portugal. A determinada altura tive de pedir ao departamento de design que concebesse um raio de uma caixa que pudesse conter um cd, bem como, um manual de instruções e mais umas coisitas. A caixa que seria produzida em cartão, com a imagem daquela linha de produtos, foi para trás 15 vezes! Ou porque não obedecia aos espaços necessários, ou porque não obedecia aos tamanhos de embalagem dos ctt, ou porque o cd não encaixava, ou porque sobrava espaço... enfim.... uma parafernália de elementos que os tais designers não quiseram respeitar por acharem que sabiam mais do que toda a gente. Ignoraram as directrizes e o resultado foi que ao fim de 15 tentativas depois, a caixa lá ficou pronta e a portuguesa (moi!) ficou com fama de megera exigente absurda, apenas porque essa era a forma de trabalhar deles. Fazer mais do mesmo e perder tempo sem fim numa coisa que se poderia produzir em três ou quatro dias. Esta é a maneira mais absurda de trabalhar, ou sou só eu que penso assim?

A maioria das mentalidades são terceiro mundistas. E os poucos que tentam fazer as coisas com bases estruturadas são muitas vezes dispensados das suas funções por não terem “espírito de equipa”! O “espírito de equipa” é encarado como o tão afamado tapa-buracos, e quem se recusa a começar projectos esburacados é excluído. Isto é completamente contraproducente ou são só manias minhas?

Felizmente ainda há algumas empresas com gente capaz a conduzir o barco, senão era o descalabro total de um país europeu do terceiro mundo.

Ai Portugal, Portugal, o que é que tu estás à espera? Tens um pé numa galera, outro no fundo do mar...”*

TNT

* Jorge Palma
publicado por TNT às 15:50
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Segunda-feira, 7 de Janeiro de 2008

Semântica do Amor

(Exercício de Escrita)

- O jantar correu muito bem, não te parece? Eu diria mesmo que foi um sucesso!
- Sim foi fantástico, somos uns anfitriões de mão cheia. Uma grande equipa!

Os convidados tinham acabado de sair e só faltava levar os cinzeiros para a cozinha. Ela estava cheia de vontade de se embrulhar com ele. Este sentimento de missão cumprida e partilha de tarefas e prazeres, tinha-lhe dado ali umas sensaçõezitas que precisavam de ser tratadas com acuidade e grande espírito voluntarioso...

Aproxima-se dele que estava de volta do portátil, puxa-o para si levantando-o da cadeira. Beija-o avidamente, passa-lhe as mãos pelo rabo apertando-o contra si. Levanta ligeiramente a perna e roça-a pelo sexo dele.

- Vou para a cama... e tu?
- Eu fico mais um bocado, quero acabar isto...
- Acabas amanhã quando acordares!
- Fico mais descansado se ficar com isto despachado...
- Ok, nesse caso vou deitar-me.

Ela dirige-se para o quarto incrédula. A memória de se comerem como coelhos em todos os cantos da casa e a toda a hora, não estava assim tão distante. “O que pode ter acontecido? Terá ele perdido o interesse por mim? Será que estou gorda, não serei já atraente? Haverá outra pessoa?”

Continuava neste turbilhão de pensamentos, numa inquietude interrogativa, quando ele finalmente foi para a cama. Teriam passado umas quase três horas. Ela permanecia acordada, em pulgas, sem sono, e sem compreender.

- Estou cheio de sono... aquilo cansou-me.
- Eu estou acordadíssima, sem sono, queres que vá para a sala para não te incomodar? É que estou um bocado inquieta...
- Não, fica aqui... gosto de te ter na cama, de te sentir aqui ao lado.
- Eu sei...

Foram as últimas palavras que trocaram...
Ela precisa de alguém que a ame. Não precisa de alguém que ame tê-la ali ao lado.

TNT
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Segunda-feira, 10 de Dezembro de 2007

Memórias de fim-de-semana...

Irritam-me solenemente aquelas pessoas que por se sentirem inferiores, fazem questão de humilhar os outros sempre que podem. Creio que esta é a forma de se sentirem melhores e superiores.

Lembro-me que quando andava no liceu, fazia parte do grupo dos ditos populares. Lembro-me que as miúdas mais giras eram as mais descontraídas e falavam com quase toda a gente.
Lembro-me que as mais feiinhas e inseguras não falavam com ninguém exterior ao grupo, andavam sempre de nariz no ar e gozavam com quem as fosse cumprimentar, como se os outros nem dignos fossem de lhes olharem para a cara.

Pensei que estas memórias tinham ficado no liceu. Porém, não...

As mais mal-dispostas, mais amargas e mais não-comidas, continuam a ter os comportamentos que já tinham. Tratam mal as pessoas e sempre que podem achincalhar o próximo, lá estão elas prontinhas. Como se tivessem mais créditos assim. Como se alguém gostasse mais delas assim. Como se alguém lhes pegasse, como se alguém algum dia, se lembrasse de as comer, com este feitiozinho.

Eu sou snob. Todos os que me conhecem, sabem.
Sou snob em relação a gente estúpida que não quer evoluir, a gente rasca e a gente falsamente moralista.
Sou snob em relação àqueles que se armam em progressistas e em modernos e depois criticam comportamentos menos ortodoxos.
E snob me confesso, em relação a gente má, inferior e amarga.

Tenho dito!

TNT
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Terça-feira, 20 de Novembro de 2007

O Síndrome Calimero...

Não quero com este post armar-me aos cucos mas sinto-me injustiçada...

Aparentemente farto-me de publicar verdades absolutas que são encaradas como loucuras e devaneios de uma gaja a chegar aos 40, com a mania que é moderna. Ora quando me refiro a verdades absolutas, quero com isto dizer, que depois de publicar algumas das minhas dissertações, sobejamente criticadas e refutadas de forma muitas vezes implacável, vêm pensadores e líderes de opinião com as mesmas teorias e toda a gente aplaude.

Ora bem... por esta ordem de ideias eu também devia ter um tacho qualquer, num qualquer canal de televisão e quem sabe, se assim não seria levada mais a sério!

Passo a exemplificar e a provar a razão de me sentir injustiçada: em Fevereiro deste ano, neste mesmo blog, falei de uma questão que me incomodava nos espaços públicos da mesma forma que o fumo incomoda. Disse que deviam haver zonas interditas a crianças, da mesma forma como existem espaços interditos a fumadores, uma vez que, as primeiras podem ser tão ou mais incomodativas que os segundos. Os comentários que recebi publicamente até foram de alguma solidariedade e simpatia. Porém, quem se escusou a comentar publicamente, olhava-me de soslaio como se eu tivesse uma daquelas doenças manhosas altamente contagiosas e contraídas em ambientes fétidos e viciosos, apenas frequentados por “gente da minha laia”!

Passados alguns meses, o ilustre Miguel Sousa Tavares fala desta mesma questão, faz exactamente a mesma comparação no espaço semanal da TVI e creio que numa crónica algures, e não se falava noutra coisa! Que realmente ele tinha razão, que era precisa coragem para dizer uma coisa daquelas, que homens destes já não há, etc...

Hum...

No final de Abril, aquando do aniversário do Interno Feminino e na minha ode ao sexo masculino, refiro que o essencial nas qualidades do homem era o seu desempenho sexual e a sua capacidade para me fazer rir.

Os comentários a que fui sujeita... que o que eu queria era isto e aquilo (se quiserem dar-se ao trabalho de ler, aqui está). De cabra insensível a frívola, de ridícula a redutora, passaram vários mimos deste género por aquelas páginas. O que me valeu é que era o aniversário e apesar de tudo, os moçoilos não quiseram ser muito mauzinhos... e claro, a moderação de comentários!

Ontem no programa de rádio do Júlio Machado Vaz com Ana Mesquita e sob a égide do tema felicidade, o guru das relações e da plenitude, revela que a essência da felicidade dos tempos modernos, reside precisamente no sexo e no riso... Desmistificada a origem da felicidade só me apetece é dizer: olha que m**da! Isso sei eu! Mas o que se passa é que é preciso é ser dito por “alguém importante” para as pessoas acreditarem...

Ora agora digam-me lá, se não tenho razão em sentir-me injustiçada...?!

TNT
publicado por TNT às 02:32
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Quinta-feira, 1 de Novembro de 2007

Mediana... como toda a gente.

Às vezes gostava de ter uma relação mediana.
Daquelas que toda a gente tem.
Sem muitas alegrias. Sem muitas tristezas.
Apenas mediana.
Tranquila.
Sem stress.
Igual a toda a gente.
Pouco ambiciosa. Rotineira. Previsível.
Sem surpresas. Nem boas, nem más.
Apenas mediana.
Para ser medianamente feliz apenas .
Para ser apenas medianamente infeliz.
Para ser mediana.
Como toda a gente...

TNT
publicado por TNT às 00:05
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