Quinta-feira, 10 de Setembro de 2009

O jornalinho da Manuela Moura Guedes

Já estou um bocado farta da conversa do jornal da TVI e da Manuela Moura Guedes.

Que toda a gente normal detestava o jornal de sexta-feira e daquela frase de abertura absolutamente prepotente “Boa Noite! Eu sou a Manuela Moura Guedes e este é o Jornal Nacional” ninguém pode negar. Que as pessoas já enfiavam nas suas orações o pedido sublimado para que aquilo acabasse rapidamente e que acabasse rapidamente o sofrimento de toda a gente que era obrigada a trabalhar com a apresentadora, também acredito. E que as noites de sexta-feira estão mais limpas também acredito.

 

O que eu não acredito é que aqueles que a detestam e detestam o seu jornal e linha editorial – e quando falo em linha editorial, peço perdão aos meus antigos professores de jornalismo pela heresia – defendam a situação como se a coisa tivesse algum tipo de qualidade. Até deviam estar a rezar a todos os santinhos por ela não poder continuar a envergonhar a classe.

Das várias opiniões mais esclarecidas que tenho ouvido contra a senhora em questão é que ela não pode e não deve, enquanto pivô de um jornal televisivo, emitir opiniões.

Não estou completamente de acordo...

 

Por esse mundo civilizado fora existem vários telejornais diários com modelos editoriais. Até em Portugal existe! Pasmem! O que se passa é que os apresentadores destes jornais são pessoas que eu podia apresentar à minha avozinha que já lá está sem ela me dizer “minha querida, cuidado com as companhias...”.

O Jornal das Nove da Sic Notícias é disso exemplo. Eu podia perfeitamente levar o Mário Crespo a conhecer a minha avozinha. Que o jornal apresentado por este senhor não tem as audiências dos jornais da TVI também é verdade. Porque a ele faltam-lhe algumas características que a D. Manuela Moura Guedes tem: a histeria, a má-criação, o semblante enlouquecido e, já agora, para ser má-língua, uma série de plásticas mal sucedidas e umas injecções de Botox.

Quanto à decisão daquele programa ser retirado da grelha: eu não sou vossa secretária e por isso não vou fazer o trabalhinho de casa a não ser que me paguem, que isto a vida não está para graças e borlas. Mas vão lá aos arquivos ver o que se passou quando a Prisa negociou a compra da Media Capital ao Miguel Pais do Amaral. (Ah, é verdade, Pais é com i e o senhor já o disse diversas vezes). Qual foi a primeira medida que os espanhóis tomaram? Alguém se lembra?

Eu até me lembro, mas sou suspeita por ser colaboradora do Grupo. Mas será que mais ninguém se lembra? Ou não dá jeito?

T.P.C.: Pensar por nós e questionar o que nos dão a comer.
 

TNT

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Terça-feira, 11 de Agosto de 2009

A acção do 31 da Armada

Na madrugada de 10/08/08, elementos do blog 31 da Armada subiram à varanda dos Paços do Concelho - Câmara Municipal de Lisboa - e substituíram a bandeira Municipal pela bandeira azul e branca da Monarquia.

 

Actualização a 01/09/09 - Esta sondagem terminou a 31/08/09 e contou com 220 participações. Ver resultados aqui...

 

 

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Sábado, 4 de Julho de 2009

Medo...

A Gripe A já se começou a propagar directamente em Portugal.

Embora sejam apenas dois casos de contágio directo, não me parece completamente descabido tomar algumas medidas de precaução.

Lavar as mãozinhas várias vezes ao dia nunca fez mal a ninguém e agora mais do que nunca.

Usar máscara? Eu já comprei, antes que esgote!

 


Imagem retirada de vida-em-cena.blogspot.com

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Segunda-feira, 22 de Junho de 2009

Ao Sr. Presidente do Irão

Serve este edital para avisar o Sr. Mahmoud Ahmadinejad que, para evitar confusões pós-eleitorais, deverá dirigir-se à sede de um clube desportivo em Lisboa conhecido como Glorioso e aconselhar-se com o Sr. Luís Filipe Vieira. Ele dar-lhe-á todas as indicações e um manual à medida e “chave-na-mão” de como evitar problemas eleitorais, arrasando a potencial concorrência mesmo antes das eleições.

 

Aguarda-se a sua visita e de outros eventuais ditadores líderes governamentais.

 

TNT

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Quarta-feira, 20 de Maio de 2009

A professora de Espinho

Não tendo filhos, não me excluo da sensação de indignação e perplexidade provocada pela verborreia desconexa e a roçar a perfeita loucura desta senhora a quem todos nós pagamos o ordenado.

Não consigo classificar se o que me choca mais é o chorrilho de cariz sexual absolutamente despropositado e de exposição nada profissional, se a arrogância da sujeita ao sacar dos seus galões e pergaminhos perante a escolaridade dos pais dos seus alunos.

Num país em que abundam doutores e escasseiam técnicos, esta senhora que se auto-intitula de senhora doutora não saberá que doutores são médicos ou doutorados? Não saberá do alto da sua douta formação académica que “amiguíssimos” é uma palavra inexistente no vocabulário português?

Quando andava na faculdade (privada) tive um professor de Sociologia Geral e do Trabalho, um fascista de primeira água, que se irritava solenemente com a entrada tardia dos alunos num curso de horário pós-laboral. “Meus senhores” – dizia ele – “ou trabalham ou estudam!”. Ao que eu lhe respondi: “Pois é professor, mas depois quem é que lhe pagava o ordenado?”.

A arrogância dos medíocres foi coisa que sempre me revoltou as vísceras. Quem é realmente bom não precisa de expor frequentemente o seu valor. O valor grita muito mais alto do que qualquer argumento ou frase. Principalmente, quando os interlocutores têm 12 anos e pouca capacidade de resposta, como é natural!

Confesso que a conversa que conta a história do rompimento do seu hímen é assaz esclarecedora: a loucura é hereditária! Já a mãe da senhora era louca e o sangue foi mais forte que o percurso académico.

Que os professores falem de sexo nas aulas, não me choca nada. Que falem de sexo de forma completamente desconexa com linguados e afins à mistura, mete-me nojo e pena.

Bem sei que para além de lhe pagarmos o ordenado temos também de lhe pagar o internamento numa instituição psiquiátrica. Mas vá lá, é a bem da nação!
 

(ver reportagem) 

 

 

 

TNT

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Sexta-feira, 8 de Maio de 2009

Um currículo invejável?

gente que não merece o ar que respira.
E que ainda insiste em deixar descendência…

 

TNT

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Quarta-feira, 8 de Abril de 2009

Jornalistas ou carneiros?

Irrita-me solenemente a carneirada em que este Portugal se tornou. Se há alguém que diz alguma coisa, o povinho tende a ir todo atrás.

Há uns dias, enviaram-me uma “causa” para eu aderir no Facebook. A "causa" era política e fui verificar os contornos da dita. Vi quem já tinha assinado e que, por este motivo, assumo que estivessem de acordo. Ao ler os pontos que justificavam tamanha e ilustre adesão, dou por mim a pensar que estaria a ser mais loira que o costume, pois estava plenamente convencida que as coisas não se tinham passado assim. Como não sou propriamente uma expert política, vá de pesquisar pela net fora para ver se era eu que estava enganada. Depois de várias voltas, vi que era a tal “causa” que partia de premissas erradas.

Com pinças e subtileza que, de resto, são meu apanágio, decidi confrontar o autor da “causa” e perguntar-lhe afinal o que é que o caso Moderna tinha que ver com o Sócrates. Se bem me lembrava, o caso Moderna tinha um político envolvido, sim senhor, mas não era o senhor do Freeport.

O autor lá me deu razão, agradeceu a chamada de atenção e corrigiu o erro. O que me baralhou foi ver a quantidade de ilustres jornalistas e experts políticos da nossa praça que tinham aderido a uma causa falsa e ninguém tinha dado pelo erro gritante. Ou seja, o nosso jornalismo e análise política está nas mãos de umas “marias-que-vão-com-as-outras” e que se insurgem contra as coisas, sem sequer se darem ao trabalho de ler/pesquisar/verificar o que lhes é dado a saber numa rede social com milhões de utilizadores. E isto preocupa-me…

Que haja tretas na blogosfera, ainda como. Que haja jornalistas que vão nestas tretas, é que já não quero comer. E com esta dieta me fico!
 

TNT

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Domingo, 8 de Fevereiro de 2009

To BE or nor to BE...

Gosto muito destes congressos, perdão, convenções de partidos. São sempre uma animação, pejados de surpresas mais ou menos esperadas. Um verdadeiro bálsamo para um fim-de-semana de ressaca.

Caso 1 - Joaninha voa, voa...
Oh Joaninha, então a menina não sabe que não se pode ter sequer desejos secretos de maior visibilidade que o líder máximo, perdão, coordenador? Que a menina seja podre de boa e fique muito bem na tv, ninguém pode negar. Mas a sede de protagonismo é capaz de a ter lixado. Se a sua perspicácia de bota da tropa fosse equivalente à sua beleza talvez não tivesse de ser corrida. Assim é uma maçada... Vai aparecer muito menos, o que é uma pena. Que eu acho que a Joana fica bem em qualquer lado, desde que não fale muito. Uns sorrisinhos e uns olhares pestanudos são mais do que suficientes para pôr uma sala a salivar. O excesso não fica bem a ninguém.

Caso 2 - A mascote
O Gil Garcia... Ah, o Gil Garcia. Até gostava de o ter lá em casa com um remote control. Para me fazer rir, de vez em quando. Com um botão de on e off para poder ligar e desligar sempre que quisesse. Porque o humor é tão flagrante que pode cansar os abdominais. Com certeza que o Gil era aquele que fazia rir toda a gente no liceu, não era? Como é que eu hei-de dizer isto, caro Gil, sem ser assim muito a seco? Já sei... O Gil é completamente passado dos carretos! Então acha normal dizer que um partido com tantos pergaminhos democráticos tem problemas com democracias internas? Que um partido que luta pela indiscriminação é, afinal, discriminatório? Eu, se fosse a si, fazia uma plástica e emigrava. Mas veja lá para onde emigra. Nada de locais tão democráticos como o seu partido! Nada de Coreia do Norte, nada de Irão, e nem sequer se atreva a chegar-se a Gaza. É que mesmo com uma plástica nem toda a gente é tão doida como o senhor. E poderá ser rapidamente reconhecido pelo seu discurso desconcertante. Como no caso 1, recomendo-lhe vivamente que fique caladinho. Mas, pelo sim pelo não, da plástica não deveria prescindir.

Caso 3 - Francisco (Jong Il) Louçã
Ai, as cabalas. Ai, o Darwin.
Querer comparar o BE a Darwin ou a Huxley já é um exagero, não lhe parece? Já é um insulto, não acha? Para poder dizer estas coisas ao país o menino já devia ter feito alguma coisa na vida, não? Que isto do contra-poder é muito giro e muito confortável, mas fazer que é bom, é o fazes!
O discurso salpicadíssimo de citações. O tom coloquial. Mas caro Chico... daí até chegar às solas dos sapatos de Obama ainda vai um longo caminho. Talvez ainda tenha de nascer mais umas três ou quatro vezes. Não pagamos, não pagamos? Ai pagam, pagam!
Pois é, caro Chico, os seus colegas ainda me fazem rir. O senhor, nem isso consegue. Talvez me dê apenas alguma azia. Pois, acho que é isso... azia.

.................

Retiro o que disse. Afinal fez-me rir. Ao dizer que para o país se desenvolver é preciso diminuir a carga horária laboral para 35 horas semanais e aumentar as regalias dos trabalhadores. Um sentido de humor tortuoso, mas...
 

TNT

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Quinta-feira, 5 de Fevereiro de 2009

Exposições indesejadas

Ao passear pelas redes sociais deste mundo virtual, verifico que as pessoas mostram os álbuns de família sem quaisquer pudores ou receios.
Da criancinha no bacio, à criancinha junto da escola devidamente identificada, da criancinha à porta de casa dos avós até à criancinha na praia de férias com a família, todos estes pormenores podem ser utilizados por mentes menos bem-intencionadas.

Sei que as pessoas têm imensa necessidade de se mostrarem. Imensa necessidade de protagonismo. Mas será que não podem reservar esse protagonismo para si próprias e deixarem as criancinhas em paz? Quando as ditas crianças crescerem logo decidirão se querem expor-se ao mundo inteiro. E, principalmente, quando já tiverem idade e físico para fugirem ou pregarem um par de murraças a quem as tente assediar.

Vejo grandes preocupações entre os pais, tios, avós em protegerem os petizes das suas famílias. “Não fales com A ou B, não aceites coisas de estranhos, vou buscar-te à escola às 16H00 em ponto, mas, entretanto, se não te importas, pespeguei uma foto tua na minha página na net com a legenda ‘Praia das Maçãs – as eternas férias em família’ a que podem aceder milhões de pessoas, algumas delas pedófilas. Não há problema, pois não?”.

Alguém me explica?

 

TNT

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Quarta-feira, 28 de Janeiro de 2009

Casamento e outras bestialidades

Esta coisa do casamento homossexual baralha-me um bocadinho. E não é só por ser entre pessoas do mesmo sexo. É mais o próprio casamento que me baralha.

Neste país de brandos costumes não há fim-de-semana que não sejamos acordados pelo som hediondo das buzinas que teimam em festejar o enlace de dois seres. E, para mim, não se põe o problema de ser entre dois homens, duas mulheres, um homem e uma mulher, uma mulher e um grand danois, um homem e um hamster.

O que realmente me perturba é gente que quer casar. E também me aborrece um bocadinho os nossos políticos, a quem pagamos os ordenados, investirem tempo nestas coisas da legislação do casamento homossexual. É que legislar casamentos cheira a naftalina que ferve!
Os homossexuais só querem casar porque não podem! Porque se pudessem - e se soubessem como é - fugiam do número de circo a sete pés. Com plumas e lantejoulas, mas fugiam.

As pessoas querem este assunto debatido e, de repente, os políticos que nunca tinham pensado nisto, são obrigados a fazê-lo. Oh, meus senhores… não se pode fazer tudo o que o povo quer! Até porque o povo não sabe o que quer, na maioria das vezes.

O povo precisa de orientação. O povo precisa de dinheiro. O povo precisa de ópio seja de que forma for. O que o povo não precisa é de casar.
 

TNT

publicado por TNT às 17:20
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